DANNY PIMENTEL CLARO

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  • Working Paper
    Fatores de propensão à compra em canais de atendimento telefônico (Call Center)
    (2015) Gelape, Giovanni Léo; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; DANNY PIMENTEL CLARO
  • Artigo Científico
    Sustentabilidade estratégica: existe retorno no longo prazo?
    (2014) PRISCILA BORIN DE OLIVEIRA CLARO; DANNY PIMENTEL CLARO
    O objetivo neste artigo é avaliar o impacto de longo prazo que os investimentos em práticas ambientais e sociais têm nas empresas que reportam seus desempenhos em sustentabilidade. Duas hipóteses baseadas na literatura são lançadas: empresas que investem em sustentabilidade de forma estratégica apresentam desempenho melhor após um choque externo; empresas praticam e reportam sustentabilidade com sucesso quando o foco dos investimentos é estratégico. De um painel de 252 empresas, aquelas que investiram em sustentabilidade tiveram resultados melhores no período pós-crise financeira de 2008. Adicionalmente, evidências de uma empresa (Brasil Foods) estudada em um contexto histórico expõem a evolução dos investimentos estratégicos em sustentabilidade e a relação deles com as competências e o negócio central da empresa.
  • Artigo Científico
    Entendendo o conceito de sustentabilidade nas organizações
    (2008) PRISCILA BORIN DE OLIVEIRA CLARO; DANNY PIMENTEL CLARO; Amâncio, Robson
    As empresas encontram dificuldades em associar discursos e práticas gerenciais à interpretação completa da definição de sustentabilidade. O objetivo neste estudo é identificar a interpretação que o indivíduo atribui ao termo sustentabilidade e analisar fatores que influenciam tal interpretação. Os fatores selecionados para a pesquisa foram: escolaridade, tipo de tarefa que desempenha na empresa, discurso organizacional e práticas organizacionais. No total, 70 funcionários de duas empresas líderes regionais em seus setores foram entrevistados por meio de um questionário estruturado. De acordo com os resultados das análises do modelo estimado, o termo sustentabilidade é mais bem compreendido devido aos aumentos da escolaridade e de práticas gerenciais sociais. Constatou-se que as práticas gerenciais econômicas impedem a compreensão plena do termo sustentabilidade pelos funcionários entrevistados. Os outros fatores do modelo não apresentaram coeficientes significativos. A pesquisa permitiu concluir que, embora muito discutido teoricamente, o significado do termo sustentabilidade não é claro para a maioria dos funcionários, o que impede a ocorrência de transformações práticas e efetivas em prol da sustentabilidade.
  • Artigo de Periódico Noticioso
    O "boca a boca" na era da internet
    (2012) DANNY PIMENTEL CLARO; Laban Neto, Silvio Abrahao; PRISCILA BORIN DE OLIVEIRA CLARO
  • Artigo Científico
    Em busca da identificação de valores regionais: subsídios para discussão de estratégias mercadológicas
    (2010) DANNY PIMENTEL CLARO; Strehlau, Vivian Iara; Laban Neto, Silvio Abrahao
    Devido às mudanças nos padrões de desenvolvimento regional no Brasil, a expansão das empresas para outras regiões e outros estados representa, simultaneamente, oportunidades e desafios, em virtude das particularidades regionais do país. Uma maneira de identificar e compreender aspectos regionais consiste no estudo dos valores sociais. Neste trabalho, procura-se identificar diferenças de valores entre quatro cidades brasileiras: Belém, Porto Alegre, Salvador e São Paulo. Na revisão teórica, abordam-se cultura e microcultura enfatizando valores sociais. O modelo de análise baseia-se na lista de valores terminais e instrumentais de Rokeach. Foi realizada análise documental e de conteúdo das transcrições de oito grupos de foco sobre o tema viagem. Os valores identificados apresentam variações interessantes, indicando a predominância de imaginação e lógica em Belém, enquanto Porto Alegre se caracteriza como gentil e útil. Em Salvador há o predomínio da capacidade e da intelectualidade, enquanto a ambição e o amor se destacam em São Paulo. Os resultados mostram que existe um corpo comum de valores em todas as cidades, como independência e responsabilidade, além do trabalho e da família. O estudo oferece evidências de que, apesar de fazerem parte de um mesmo país, brasileiros em diferentes capitais apresentam padrões de valores sociais diferenciados e essas diferenças necessitam ser consideradas pelas empresas na elaboração de suas estratégias mercadológicas.
  • Working Paper
    Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN) e as Flutuações Cíclicas da Economia Brasileira
    (2014) Rossi Júnior, José Luiz; DANNY PIMENTEL CLARO
    O trabalho apresenta uma análise acerca do relacionamento entre o índice de confiança do empresário de pequenos e médios negócios no Brasil (IC-PMN) e as variações cíclicas dos principais indicadores macroeconômicos da economia brasileira. Os resultados indicam que as expectativas do empresário brasileiro de pequenos e médios negócios medidas pelo IC-PMN apresentam uma correlação com a evolução da economia. Subidas (quedas) do índice são associadas a melhoras (pioras) na atividade econômica brasileira. Os resultados mostram que mudanças nas expectativas captadas pelo índice explicam uma significante parte das flutuações da economia. Por fim, o trabalho aponta que não se pode rejeitar que a causalidade existe entre movimentos nas expectativas para a evolução de algumas das variáveis econômicas. Já a causalidade reversa é rejeitada para todas as variáveis adotadas no estudo.
  • Artigo Científico
    Gerenciando relacionamentos colaborativos com fornecedores
    (2004) DANNY PIMENTEL CLARO; PRISCILA BORIN DE OLIVEIRA CLARO
    O objetivo deste artigo é discutir a importância da confiança e o efeito dos investimentos em ativos específicos em relacionamentos colaborativos com fornecedores. O artigo ainda discute o efeito moderador da rede de informações sobre as ações colaborativas. Tomaram-se como base teórica as abordagens da economia de custos de transação e os estudos sobre canais de comercialização e redes organizacionais. Para testar as hipóteses formuladas, foram coletadas informações de atacadistas e outros distribuidores do setor de flores e vasos de plantas da Holanda. Os resultados sugerem que as informações obtidas na rede incentivam as ações conjuntas, como proteção para investimentos realizados pelos compradores. Constata-se também que o grau de confiança, os investimentos específicos e as informações obtidas na rede facilitam a coordenação de relacionamentos entre fornecedores e compradores.
  • Working Paper
    Estudo da predisposição individual para compartilhar conhecimento gerencial: o contexto intraorganiacional de equipes de projeto
    (2016) CARLA SOFIA DIAS MOREIRA RAMOS; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Giovanini, Jislaine Rosa Santana; DANNY PIMENTEL CLARO
    O compartilhamento de conhecimento é, de acordo com uma visão da empresa baseada no conhecimento, uma atividade chave para garantir competitividade. Motivar os colaboradores a buscar esse compartilhamento é um desafio particularmente relevante para empresas que operam numa lógica equipes de projeto. O objetivo deste trabalho consiste em identificar os fatores internos e externos ao individuo que influenciam a predisposição individual para o compartilhamento de conhecimento em ambiente intra-organizacional de equipes de projeto. Identificam-se quatro dimensões chave: a atitude e comportamento do indivíduo, a colegialidade entre membros de equipe, o apoio dado pelos gestores, e a centralidade na rede de relacionamentos do indivíduo. Dez hipóteses são propostas e testadas através de metodologia quantitativa, combinando análise de redes interpessoais e regressão econométrica. O fenómeno é estudado numa base de 121 participações individuais num total de 20 projetos realizados ao longo de dois anos na sucursal de uma empresa multinacional do setor de energia e automação industrial. Observou-se que os fatores que mais impacto têm sobre a predisposição individual para compartilhar conhecimento em equipes de projeto são de natureza tanto intrínseca como extrínseca ao indivíduo e que para além de um efeito direto sobre essa predisposição, se verídica na maioria dos casos também um efeito indireto. O estudo contribui para um melhor entendimento do compartilhamento de conhecimento em ambiente específico de equipes de projeto, permitindo ainda aos gestores uma promoção estratégica de mecanismos que estimulam a desejado fluidez do conhecimento entre membros de equipes de projeto.
  • Artigo Científico
    Desenvolvimento de indicadores para monitoramento da sustentabilidade: o caso do café orgânico
    (2004) PRISCILA BORIN DE OLIVEIRA CLARO; DANNY PIMENTEL CLARO
    Vários atores de diferentes estágios de cadeias agroindustriais têm adotado processos e estratégias de gerenciamento sustentáveis que equilibram fatores ecológicos, econômicos e sociais. Indicadores de sustentabilidade podem ser definidos como uma ferramenta estratégica capaz de monitorar o desempenho de uma organização em termos de sustentabilidade, além de funcionar como ferramenta de comunicação do desempenho alcançado. Assim, neste artigo, tem-se por objetivo desenvolver indicadores ecológicos, econômicos e sociais para auxiliar no monitoramento da sustentabilidade para o estágio crítico da cadeia de café orgânico: a produção. Por meio de um estudo de caso com 13 produtores de café orgânico situados em Minas Gerais, Brasil, foi possível desenvolver os indicadores de sustentabilidade. Os indicadores são classificados de acordo com os elementos utilizados no modelo DSR e baseiam-se na percepção de cada produtor entrevistado sobre o que vem a ser sustentabilidade. Por meio de adaptação, os indicadores também podem ser utilizados por outros atores, como torrefadoras, cooperativas, produtores de café convencional e de outros produtos agropecuários. Além do mais, o grupo de indicadores desenvolvido pode ser usado como base para a construção de um código de conduta relacionado à sustentabilidade da cadeia agroindustrial do café.
  • Artigo Científico
    A influência do valor do cliente na recomendação: um estudo empírico no mercado brasileiro de previdência privada
    (2018) Costa, Sandro Bonfim da; DANNY PIMENTEL CLARO; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO
    Objetivo – Este trabalho busca aprofundar o entendimento do impacto da recomendação gerada pelo boca a boca no desempenho do cliente para empresa de serviço, identificando ainda a relação entre a recomendação e o valor do cliente.Metodologia – Foi elaborado e aplicado aleatoriamente um questionário a uma carteira de clientes de uma instituição financeira. Nessa coleta foram capturados os índices gerais de satisfação e de recomendação, além da citação de nomes para quem foi feita a recomendação. Desses dados foram calculados o Índice de Desempenho de Clientes (IDC) e o Índice de Recomendação Efetiva (IRE).Resultados – Os resultados indicam a existência de uma relação não linear em formato U entre o desempenho dos clientes e sua recomendação efetiva, além de uma relação linear negativa das notas de recomendação e satisfação, demonstrando que nem sempre as maiores notas atribuídas a essas duas questões representam maior volume de indicações efetivas. Pode-se inferir, ainda, que clientes com maior volume realizado e potencial, medido pelo IDC, nem sempre são aqueles promotores da marca.Contribuições – Com base neste estudo, algumas recomendações para gestores de relacionamento com os clientes podem ser seguidas se o objetivo do gestor é expandir a venda de produtos por meio do conceito boca a boca e acompanhar o desempenho dos clientes com foco não só no valor agregado individualmente pelo cliente (i.e. IDC) como também o valor oriundo dos clientes por ele indicados (i.e. IRE).