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  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Fundos de investimento imobiliário e os us-reits: um estudo comparativo dos determinantes do desempenho
    (2021) Ulson, Rafael Luiz Ayusso
    O presente estudo pretende verificar se as modalidades de investimento têm sensibilidades diferentes em relação às variáveis macro que explicam parte do retorno dos FIIs e dos US-REITs. Usa-se como base o estudo feito por Hirano (2018) e Clayton e MacKinnon (2001). Como metodologia de pesquisa foram aplicadas duas regressões lineares múltiplas pelo método de mínimos quadrados ordinários, sendo uma para cada país, com os rendimentos captados pelo IFIX. Desta forma,é possível verificar como nos dois países utilizados como métrica para o presente artigo, as variáveis agem de maneira distinta no que se refere ao impacto no desempenho de ambas modalidades de investimento. Conclue-se que ambos os modelos realizados neste estudo já foram executados tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos, sendo o principal objetivo do estudo a comparação entre as relevâncias de ambos, bem como as magnitudes com que essas variáveis impactam os respectivos tipos de ativos dos países em questão.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Brasil e o grau especulativo (2015-2016)
    (2016) Pimentel, Silvia Augusta de Andrade e Silva
    O objetivo desse estudo é analisar as causas e as consequências de mudanças no rating soberano no Brasil e seu reflexo no mercado. O enfoque deste trabalho será o impacto um downgrading, ou seja, uma revisão de rating soberano negativo, gerando um aumento na percepção de risco. Mais precisamente, na passagem de um grau de investimento para um grau especulativo. Os dados analisados serão feitos com base no cenário brasileiro atual que refletiram no rebaixamento da classificação dada ao rating soberano do país para grau especulativo pela Standard & Poor’s em setembro de 2015, pela Fitch em dezembro de 2015 e pela Moody`s em Fevereiro.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Modelos econômicos e redução de incertezas no planejamento estratégico
    (2021) Setti, Otavio Zocchio
    O desenvolvimento econômico ao longo dos anos foi marcado por novas descobertas e pela globalização, que possibilitou a vertiginosa expansão das empresas. Apesar do surgimento de novas técnicas econométricas e de modelos complexos, abrolharam também técnicas efetivas e de uso simples. A expansão das empresas, por mais que benéfica para muitos, trouxe consigo novos riscos. Com o aumento da exposição a diversos riscos, as empresas, cada vez mais, devem atentar-se às previsões acerca do futuro a fim de evitar grandes perdas. Nesse sentido, este trabalho tem como objetivo apresentar técnicas de previsão de recessão e de câmbio visando ao desenvolvimento de áreas focadas na Visão Estratégica de empresas.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Mercado de adquirência brasileiro: como a interação estratégica e a dinâmica concorrencial influenciam a tendência de longo prazo para as ações da Cielo, Stone e PagSeguro?
    (2019) Sanches, Lucas Gervai
    O mercado de adquirência no Brasil está em uma fase crescente de desenvolvimento, tanto pela oferta quanto pela demanda. Por um lado, há um crescente aumento concorrencial e descentralização do mercado. De outro, cada vez mais consumidores buscam fazer suas compras utilizando cartões de débito ou crédito. Dentro desse mercado três empresas possuem capital aberto em bolsa: a Cielo, a PagSeguro e a Stone. O estudo buscou identificar uma tendência de longo prazo em comum das séries temporais dos preços dessas ações utilizando os testes Augmented Dickey Fuller e Eagle & Granger. Como resultado, não há uma tendência de longo prazo compartilhada entre os pares dessas ações. A única evidência de cointegração encontrada no estudo foi da Stone e Nasdaq, bolsa na qual a ação é negociada.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    As diferenças entre os processos de industrialização tardia no Brasil e na Coreia do Sul: uma análise institucional comparativa
    (2022) Schutt, Augusto Frias de Oliveira
    O objetivo deste trabalho é identificar e caracterizar as principais diferenças entre os modelos de industrialização tardia do Brasil e da Coreia do Sul, a partir de uma análise institucional comparativa, além de contrapor teorias heterodoxas de crescimento ao pensamento ortodoxo. Para isso, serão analisadas as instituições e políticas constituídas nos países de interesse na segunda metade do século XX que mais contribuíram para o sucesso, ou para o fracasso, de determinados setores industriais nascentes.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Futuro das Fintechs: uma revisão bibliográfica
    (2017) Ferreira, Arthur Eduardo Bloise
    Em 1866, finanças e tecnologia começaram a caminhar juntas originando um novo setor chamado Fintech. Nos últimos anos as startups do setor começaram a se destacar, principalmente após a crise de 2008 devido à queda de credibilidade das instituições financeiras tradicionais, devido a sua área de atuação elas são comumente chamadas de Fitenchs. Mostramos o que influencia seu surgimento e como elas estão distribuídas pelo mundo, destacando grandes centros e potenciais locais de desenvolvimento de Fintechs. Nesse contexto o Brasil tem um certo destaque internacional e apresenta um ambiente propenso ao surgimento de Fintechs. Em 2009 uma nova tecnologia foi lançada e se mostra cada vez mais promissora, desde então a blockchain vem sendo testada em diferentes partes da área financeira. Neste estudo colocamos ideias divergentes para debater e ideias convergentes juntas para que elas se complementem, desta forma conseguimos analisar melhor esse fenômeno que são as Fintechs. Por um lado, muitas pessoas ainda continuam céticas, não acreditam no potencial da blockchain e veem diversos avanços das Fintechs como arriscados e equivocados. Por outro, existem diversos autores que veem as Fintechs como revolucionarias e mostram a capacidade delas de reduzir os custos das transações financeiras e de oferecer meios de pagamentos a pessoas que não tinham nenhuma alternativa anteriormente. Através destas oportunidades abertas pelas Fintechs podemos concluir que elas vieram para ficar e que o público se mostra aberto a essas ideias disruptivas oferecidas por elas.
  • Working Paper
    Tecnologia da Informação e Eficiência Bancária no Brasil
    (2013) Mainetti Junior, Sergio; Gramani, Maria Cristina Nogueira; Barros, Henrique Machado
    Apesar de ser inegável a transformação proporcionada pela tecnologia da informação (TI) para a sociedade, a compreensão dos seus efeitos ainda é objeto de estudo. Este artigo aborda o impacto das despesas com TI na eficiência do setor bancário no Brasil. A novidade deste trabalho é que ele utiliza uma segmentação do setor bancário de tal modo que uma das pressuposições da técnica empírica não seja violada. A amostra conta com 37 bancos, os quais representam cerca de 70% dos ativos do Sistema Financeiro Nacional e que são agrupados em três categorias: varejistas, atacadistas e especializados em crédito. Por meio da técnica de análise envoltória de dados, os resultados mostram que a TI tem impacto distinto na eficiência dos segmentos bancários. Os resultados da pesquisa empírica revelaram que as despesas com TI parecem importar mais para a eficiência dos bancos varejistas do que para a eficiência dos bancos nos outros dois segmentos.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    O impacto do Golpe Militar de 1964 no desenvolvimento econômico brasileiro
    (2019) Fanganiello, Emanuela Petronio
    O objetivo desta monografia é analisar o impacto do golpe militar de 1964 no desenvolvimento econômico do Brasil, medido principalmente pelo PIB real e outras variáveis, por meio de uma metodologia contra factual. Através de uma amostra de países que não sofreram golpe militar na janela de 1950 a 2017, será construído um Brasil hipotético através do modelo de controle sintético. É esperado que os resultados do Brasil sintético sejam destoantes do Brasil realizado.
  • Dissertação
    Capitalismo de Estado no Brasil: Uma Análise das Participações Minoritárias do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) entre 1995 e 2009
    (2016) Inoue, Carlos Frederico Kiyoshi Vasconcelos
    A influência dos governos sobre as empresas é raramente contestada. Apesar disso, poucos estudos investigaram os efeitos de políticas industriais sobre o desempenho das empresas. Usando uma base de 293 empresas de capital aberto, negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) entre 1995 e 2009, demonstra-se uma variação no efeito das participações societárias do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre o desempenho contábil das empresas (ROA). O efeito positivo verificado no período 1995-2002 não é sustentado no período 2003-2009. Conjectura-se que a evolução do mercado financeiro, entre estes dois períodos, alterou o potencial de criação de valor do capital do BNDES. Observa-se, adicionalmente, que sob um contexto de fraca proteção aos acionistas minoritários, as participações minoritárias do BNDES em grupos econômicos têm um efeito negativo sobre o desempenho das empresas. Portanto, os resultados sugerem que as participações de um banco de desenvolvimento têm um maior efeito sobre o desempenho das empresas quando as firmas estão inseridas em um ambiente com maior restrição de crédito, quando o capital é usado para promover investimentos e quando os acionistas minoritários estão protegidos da interferência governamental e da expropriação pelos acionistas controladores.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Brasil, Sistema II: um país, um governo, dois sistemas
    (2010) Dietrich, Juarez
    Os sistemas econômicos monolíticos dos países declinaram nos últimos vinte anos como resultado de quatro eventos: i – na Europa, em 1989, o fim do sistema comunista; ii – no mundo todo, o exponencial avanço da tecnologia e, com ela, iii – a globalização acelerada; iv – nos Estados Unidos, a partir de 2001, a crise do sistema capitalista, disseminada também na Europa. Não há mais divisão ideológica, as fronteiras entre países estão desvanecendo a cada dia, enquanto se alteram os conceitos de tempo e espaço. Já nasceu a sociedade universal, e o pensamento volta agora à origem primitiva do homem – a sociedade aberta e global, suas vantagens e seus perigos. Entendendo esta realidade, o Brasil precisa se preparar para o ambiente novo, em que prevalecem a estratégia, a lei e os negócios. Pelas razões conhecidas, a nossa é uma questão basicamente constitucional. Não há chance de ganhar neste jogo, com um Estado tão dirigente e pesado. É preciso sair do 105º lugar no índice de liberdades econômicas, próximo da Coréia do Norte, 180º, e chegar mais próximo do Chile, 11º, ou do México, 49º. Porém, sendo esta uma questão constitucional, e sabendo que o País não conseguirá fazer no prazo necessário uma reforma constitucional, esta monografia propõe inovar, como têm feito os países no curso destas revoluções mundiais. Para evitar uma interminável rediscussão da Constituição Brasileira, esta proposta teve inspiração no pensamento de Ralf Dahrendorf e na sabedoria do 4 “imaginativo” Tratado China-UK, como foi considerado o “one Country, two systems treaty”. Ao Brasil, a solução proposta é um link na raiz da Constituição, remetendo a um Apêndice que define o Sistema Brasileiro de Liberdade Econômica, simultâneo ao atual sistema. A Alemanha também vivenciou esta dualidade no processo de reunificação. Criado este ambiente de liberdade tributária, liberdade para os negócios, liberdade de trabalho, liberdade para os investimentos, transparência financeira, baixa burocracia, auto-regulação, nascerá o Brasil II, no próprio País e sob o mesmo governo. E estarão dadas as condições para o Brasil receber todos os investimentos internos e externos de longo prazo, ansiosos por criarem a infraestrutura desejada por todos os brasileiros nas áreas ferroviária, rodoviária, aeroportuária, de energia, telecomunicações, entretenimento e meio ambiente. Esta foi, aliás, a meta prometida para que o País pudesse receber os maiores eventos esportivos mundiais, nos próximos anos.