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  • Dissertação
    Análise do prêmio por tamanho implícito em preços de mercado no Brasil
    (2015) Luz, César Graciliano Da
    Este trabalho busca verificar a existência do size effect no mercado de ações brasileiro quando os retornos requeridos são obtidos implicitamente nos preços de mercado correntes usando o modelo de Gordon com crescimentos constantes e estimados a partir do crescimento sustentável de longo prazo das firmas. Usando o CAPM como modelo de retornos requeridos, os betas são estimados a partir do procedimento de variáveis instrumentais apresentado por Scholes e Williams para correção do problema de não sincronia dos dados e utilizam 500 dias de intervalo, para mitigar o problema de número limitado de observações. Como resultado obtivemos que, sendo o CAPM o modelo de mercado válido, sua aplicação subestima os retornos de firmas classificadas como pequenas e superestima o retorno de firma classificadas como grandes; ou seja, há, então, a necessidade de ajuste decorrente do prêmio por tamanho. Adicionalmente, os resultados econométricos obtidos apontam para uma relação negativa entre tamanho e retorno requerido, quando o beta não está incluído na equação, além de uma relação negativa entre beta e retorno requerido, a qual contraria a predição do CAPM.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Aversão ao risco e o mercado de ações brasileiro
    (2011) Pereira, Felipe Fonseca
    Esta monografia analisa a variação no grau de aversão ao risco do investidor médio brasileiro ao longo do tempo. Para isso, é utilizada a metodologia desenvolvida por Fair (2002), que utiliza a variação da razão Preço/Lucro como instrumento para detectar aumentos na demanda por ativos de risco como conseqüência de uma variação no nível de aversão ao risco do investidor médio. A análise empírica revelou que não houve mudança no grau de aversão ao risco para o investidor médio durante o período estudado de 1986 a 2010.
  • Dissertação
    Avaliação de betas por fundamentos uma análise de empresas do setor elétrico na América Latina
    (2008) Violaro, Rodrigo Otávio
    É necessário estimar um custo de capital que efetivamente reflita o risco intrínseco do negócio. A metodologia mais utilizada para se estimar custo de capital próprio utiliza médias de betas de ações negociadas no mercado. Entretanto, uma grande quantidade de empresas do setor elétrico atua em mais de um segmento: geração, distribuição, transmissão e comercialização de energia elétrica, e o percentual que cada segmento representa na atividade difere significativamente de uma para outra. Este trabalho procura calcular o beta de ações de empresas do setor elétrico na América Latina através dos fundamentos da empresa ou projeto em questão. A metodologia utilizada neste trabalho é uma regressão com pooling de série de tempo e cross-section, sendo a variável independente os betas estimados para as empresas do setor elétrico da América Latina e as variáveis explicativas os fundamentos econômicos e financeiros. Os resultados indicam que alavancagem financeira, alavancagem operacional, tamanho, segmento de atuação e país de origem exercem influência na percepção de risco do acionista com reflexos no custo de capital próprio, conforme esperado pela literatura existente.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    O modelo Black-Litterman: um teste para o mercado brasileiro
    (2009) Corrêa, André Piva Rocha
    O modelo de alocação proposto por Harry Markowitz em 1952 revolucionou a forma como as carteiras são construídas. Contudo, a difícil estimação dos parâmetros do modelo e os resultados extremos para os pesos nos ativos fazem com que ele não seja amplamente aplicado na prática pelos gestores de carteiras. A partir dessa observação, o presente trabalho faz um estudo, com dados do mercado brasileiro, do modelo Black-Litterman e propõe uma nova forma de se estimar os retornos de equilíbrio usados nesse modelo, além de uma forma prática de se incorporar visões com o objetivo de se apresentar um modelo de fácil implantação e que sugira pesos menos sensíveis aos parâmetros a serem estimados. Para tanto, o trabalho mostra a evolução no tempo de duas carteiras usando os dois modelos citados. Os resultados mostram que os pesos calculados pelo modelo de Markowitz são extremamente sensíveis aos retornos históricos, enquanto os pesos do modelo Black-Litterman mostraram-se bem comportados, principalmente em relação à mudança das visões no período de três meses estudado e na forma como os pesos se distanciam da relação de equilíbrio do CAPM.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Aplicação de ondaletas para estimação do CAPM
    (2010) Gil, Gilson Takaasi
    Este trabalho propõe um novo método de estimação para o risco sistemático, beta, das ações do mercado brasileiro. Para isso foi usada a técnica estatística de ondaletas, que busca reconstruir uma série histórica com pequenas ondas definidas na frequência e no espaço. Foi proposto a estimação dos parâmetros do CAPM adicionando as ondaletas para assim encontrar novos resultados com esta ferramenta ainda recente no campo financeiro. Durante o processo foi interessante utilizar o método de Limiares para evitar que as estimativas tenham alta volatilidade. Os resultados mostram que o uso de ondaletas é um avanço na estimação do beta, ao absorver a variação no tempo, sugerido por Bodie et al. (2008), e que esta abordagem gera resultados congruentes com a metodologia atualmente em uso.
  • Artigo Científico
    Analysis of multi-scale systemic risk in Brazil’s financial market
    (2014) ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Passos, Bruno Caio Fernando
    Neste trabalho, é analisado se a relação entre risco e retorno prevista pelo Capital Asset Pricing Model (CAPM) é válida no mercado brasileiro de ações, com base na decomposição discreta de ondaletas em diferentes escalas de tempo. Essa técnica permite analisar a relação em diferentes horizontes de tempo, desde o curto prazo (2 a 4 dias) até o longo prazo (64 a 128 dias). Os resultados apontam que entre os anos de 2004 e 2007 há uma relação negativa ou nula entre risco sistemático e retorno para o Brasil. Como o retorno excedente médio da carteira de mercado em relação ao ativo livre de risco no período foi positivo, seria esperado que essa relação fosse positiva, ou seja, que um maior risco sistemático resultasse em um maior retorno excedente, o que não ocorreu. Portanto, não se observou nesse período uma remuneração adequada pelo risco sistemático no mercado brasileiro. As escalas que apresentaram a relação risco e retorno mais significativas foram as três primeiras, correspondendo a horizontes de mais curto prazo. Em outras palavras, ao se tratar diferentemente ano a ano e, em consequência, separar prêmios positivos e negativos, encontra-se em alguns anos alguma relevância na relação risco retorno prevista pelo CAPM, mas que não persiste ao longo de todos os anos. Portanto, não há evidência suficientemente forte de que o apreçamento dos ativos segue o modelo.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Avaliação de Betas por fundamentos: análise do setor elétrico para empresas da américa latina
    (2010) Slamovitz, Sebastián
    Este trabalho procura calcular o beta de ações de empresas do setor elétrico na América Latina através dos fundamentos da empresa. A metodologia utilizada neste trabalho é uma regressão com pooling de série de tempo e crosssection, sendo a variável independente os betas estimados para as empresas do setor elétrico da América Latina e as variáveis explicativas os fundamentos econômicos e financeiros. Os resultados indicam que alavancagem financeira, alavancagem operacional, tamanho, país de origem e subsetor de atuação exercem influência no custo de capital próprio, conforme esperado pela literatura existente.
  • Trabalho de Evento
    ESTUDO DE MODELOS DE APREÇAMENTO DE ATIVOS DE RISCO ANTES E DEPOIS DA CRISE FINANCEIRA DE 2008 NO MERCADO BRASILEIRO
    (2015) ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Venezuela, Maria Kelly; Nakamura, Wilson Toshiro; Bortoluzzo, Mauricio Mesquita
    Este artigo analisa três modelos de apreçamento de ativos de risco, o CAPM de Sharpe-Lintner, o modelo de 3 fatores de Fama e French e o de 4 fatores de Cahart, no mercado brasileiro para o período de 2002 a 2013. Os dados são compostos por ações negociadas na BM&FBOVESPA, com periodicidade mensal, excluídas ações do setor financeiro, com patrimônio líquido negativo e sem cotações mensais consecutivas. A proxy para o retorno de mercado é o IBRX e para o ativo livre de risco é a poupança. A primeira contribuição do artigo é a modificação do método de Fama e French para formação de carteiras, que é responsável por melhorar até 42,7% a previsão do retorno quando comparado ao método tradicional, devido a maior adequação do mesmo a mercados com poucos ativos de risco com liquidez. A segunda contribuição é a separação do período entre os períodos pré-crise, crise e pós crise. Esta separação é necessária devido à identificação da existência de quebra estrutural no período de crise. Anomalias de tamanho, valor e momentum se mostraram relevantes para explicar o retorno esperado, e o modelo de 4 fatores melhora até 81,8% a previsão do retorno quando comparado ao CAPM.
  • Dissertação
    Aplicação do teste de engenharia reversa no estudo da validade do CAPM aplicado ao Brasil
    (2011) Cedismondi, Gabriel Nunes De Souza
    Este trabalho aplica um modelo de engenharia reversa para o teste de validade do CAPM no mercado de ações brasileiro. Foram calculadas novas médias e desvios padrão para os dados coletados em duas amostras diferentes, de tal forma que algumas proxies de portfólio de mercado fossem eficientes e ao mesmo tempo fossem as mais próximas possíveis das médias e desvios padrão amostrais. Os resultados foram comparados com os dados originais e verificou-se que, com apenas pequenas mudanças dentro de um intervalo de confiança, é possível criar fronteiras nas quais não é possível rejeitar a hipótese de eficiência. Foram encontradas ainda evidências de que o fator de correlação com o portfólio de mercado – fator beta – pode ser utilizado como importante instrumento na verificação de diferenças de desempenho entre as ações no mercado brasileiro. Palavras-
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Análise do impacto do custo de capital próprio no preço de uma ação
    (2014) Mendes, Guilherme Guimarães
    O trabalho em questão visa analisar o impacto do custo de capital próprio sobre o valor estimado de uma ação, inferindo quais as possíveis diferenças no valor justo quando utilizados diferentes métodos de estimação para o custo de capital. Foram calculados três custos de capital próprio a partir de duas metodologias, CAPM , com dados brasileiros e americanos e Fama-French. A fim de medir o impacto e a sensibilidade de cada estimação, os resultados obtidos foram aplicados ao valuation da empresa de varejo brasileira Lojas Renner (LREN3). Como o objetivo é verificar o impacto apenas do custo de capital próprio, foi utilizado a metodologia do Free Cash Flow to Equity (FCFE), projetado até o ano de 2020. De posse dos resultados e feita as respectivas análises, pode-se observar uma variabilidade razoavelmente grande no valor justo da ação. O CAPM com dados americanos apresentou o maior custo de capital, bem próximo ao resultado via modelo Fama-French, e ambos relativamente maiores que o CAPM com dados brasileiros.