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  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Históricos e perspectivas: qual o potencial de expansão para o mercado de cimento?
    (2015) Novaes, Maria Eduarda Pereira dos Santos
    O mercado de cimento possui uma relação direta com o investimento da infraestrutura do país, já que é o principal insumo usado em construções, sendo assim um termômetro para a conjuntura do Brasil. Por sua produção ser de capital intensivo e depender mais da absorção do mercado do que da capacidade instalada, torna-se relevante fazer uma previsão da demanda de cimento. Desse modo, tanto as empresas quanto o governo poderão tomar as decisões necessárias para atender devidamente esta demanda. O objetivo deste trabalho será prever o consumo de cimento dos estados brasileiros para os próximos anos, por meio de um modelo econométrico multivariado utilizando dados de séries temporais. O período analisado nesse trabalho foi de janeiro de 2009 a setembro de 2014 e as variáveis levadas em consideração foram o consumo de cimento por região, o preço do cimento por região, o índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) e a taxa de juros Selic. Para todas as regiões concluiu-se que o IBCR tem alta influência na demanda de cimento, mas é o próprio consumo defasado que mais justifica a demanda. Para a maioria das regiões, foi previsto uma deterioração para o mercado de cimento, sendo a região Nordeste a única que apresentou forte tendência de crescimento para os próximos dois anos.
  • Dissertação
    Demanda em um contexto hipercompetitivo: um estudo empírico no mercado de Smartphones
    (2016) Garcia, José Guilherme
    O objetivo deste trabalho é analisar determinantes da demanda de produtos em um contexto de hipercompetição, isso é, contextos envolvendo movimentações contínuas dos competidores lançando novos modelos e inovações. Essa análise será aplicada ao mercado de smartphones, que apresentou nos últimos anos um rápido aumento das vendas e, ao mesmo tempo, o lançamento de inúmeros novos produtos. O modelo analisado envolve três grupos de fatores. Preço, que é o valor que o varejo brasileiro compra o smartphone do distribuidor para depois colocar a sua margem e vender ao consumidor final; marcas, que são atreladas aos fabricantes de smartphones; e, finalmente, a própria participação de mercado (market share) passada das marcas, indicando a penetração do seu produto. Para verificar o efeito desses fatores, foi estimada uma regressão múltipla linear controlando pelo efeito endógeno dos preços dos produtos. A base de dados foi coletada do maior distribuidor de celulares do país, envolvendo vendas de aproximadamente 10 marcas observadas (Alcatel, LG, Motorola, Nokia, Samsung, Sony, entre outros) em 42 meses. Os resultados mostram que preço, marca e market share passado, conjuntamente, têm efeito significativamente relevante na tomada de decisão da compra de um smartphone.