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  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Investimentos Sustentáveis: uma análise da relação entre políticas ESG e desempenho financeiro, com foco na diversidade de gênero no Brasil.
    (2022) Fonseca, Gabrielle de Sousa
    O presente trabalho pauta-se na temática em voga sobre práticas sustentáveis, desempenho financeiro e diversidade de gênero. O objetivo é entender o impacto de práticas sustentáveis no desempenho financeiro das companhias e como a diversidade de gênero se relaciona. Para isso, utilizou-se dados de companhias brasileiras abertas disponíveis na base ASSET4 ESG para os anos de 2010-2020. Com dados em painel desbalanceado, estimou-se os resultados através de MQO (Mínimos Quadrados Ordinários), com efeitos fixos. Concluiu-se que práticas sustentáveis impactam positivamente o desempenho financeiro e que dentro de diversidade de gênero, o impacto se dá na presença de diversidade de gênero em cargos de gestão e nos conselhos administrativos. Além disso, dentro dos dados analisados, os pilares de Governança e Ambiental apresentaram resultados significativos, enquanto o Social não.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Relações entre o desempenho econômico-financeiro e o desempenho esportivo nos clubes brasileiros de futebol
    (2021) Miguel Machado Stanzis
    Ao longo dos anos o futebol tem deixado ser apenas uma prática esportiva de lazer e ganhado cada vez mais um caráter de negócios. Apesar da evolução significativa na regulação deste setor no Brasil durante as últimas décadas,ainda há muito espaço para melhorias em termos de gestão e responsabilidade financeira. Clubes enfrentam desafios inerentes ao esporte que os distinguem de qualquer atividade econômica, mas como em qualquer outro setor, o sucesso de suas atividades está intimamente ligado com o desempenho financeiro apresentado. Neste trabalho foram utilizadas as demonstrações financeiras dos vinte clubes que disputaram a primeira divisão do campeonato brasileiro de 2014 e a elaboração de um ranking padrão para comparação dos desempenhos financeiros em termos de rentabilidade, endividamento e liquidez destes clubes nos anos de 2014 e 2019, buscando avaliar o que mudou nos negócios do setor como um todo, como o ranking se alterou nesse intervalo e de que maneira isso pode ser visto dentro de campo. No geral, o que vemos é um ambiente competitivo mais acirrado, que ao mesmo tempo que impulsiona as gerações de receitas, também pressiona as margens aumentando os custos, mas não gerando caixa suficiente para financiar as expansões pretendidas, deixando como alternativa o aumento da alavancagem dos clubes. Além disso, nota-se que em 2014 o impacto do desempenho financeiro dos clubes no desempenho esportivo era ambíguo, deixando espaço para dúvidas sobre a existência de relação entre um fator e outro, já em 2019 ficou muito mais claro que aqueles que se organizaram financeiramente colheram bons resultados frutos de gestões austerastendo resultados dentro de campo significativamente melhor do que aqueles que não o fizeram.