Resultados de Busca

Agora exibindo 1 - 10 de 27
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Fatores determinantes para o volume de IPOs no Brasil: um olhar sobre a incerteza de política econômica doméstica
    (2021) Júlia Fuks Ribeiro
    O nível de atividade no mercado de Ofertas Públicas Iniciais (IPOs) varia substancialmente ao longo do tempo.Na academia, diversos artigos jámapearam os fatores macroeconômicos que influenciam essa flutuaçãoparadiferentes países.Paralelamente, outros estudos já investigaramos efeitos da incerteza de política econômica em diferentes frentes do mercado financeiro, indicando que este é um tema já bastante explorado mas que todavia se mostra incipiente para o mercado deIPOsem específico. Estes estudos que investigam a incerteza utilizaramcomo proxyem sua maioriao Economic Policy Uncertanty Index (EPU), um índice que se tornou o principal instrumento para medir a incerteza de política econômica ao redor do mundo. Levando todos esses fatores em consideração, aliado ao fato deo Brasil ter se mostrado historicamente um país com um mercado de capitais sensível a um ambiente de incertezas,o presente estudo se propôs a explorar de forma quantitativa os fatores determinantes para ovolume de IPOs no Brasil, com umfoco na incerteza de política econômica doméstica,medida através do EPU-Brasil.A aplicação econométrica se deu através da estimação dosmodelos VAR(1) e VAR(2)com dados de frequência mensalpertencentes ao período entre janeiro de 2005 e dezembro de 2020. Ambos os modelos tinham como variáveis endógenas tanto a variação volume financeiro emitido em IPOs no Brasil quanto a variação do número absoluto de IPOs realizados, e como exógenas diversas variáveis de mercado –incluindo o EPU-Brasil. Os principaisresultados evidenciariam que a flutuação da atividade no mercado de IPOsno Brasil(i)tem um componente autorregressivo, que afeta a variação da atividade de forma negativa, (ii) é influenciada positivamente pelo crescimento da demanda das firmas privadas por capital, via o crescimento da atividadeeconômicae, por fim e sendo o objeto de maior interesse do TCC,(iii) que é negativamente influenciada pelaassimetria de informação entre os executivos das firmas e os investidores, através docanal de incerteza de política econômicadoméstica, medidapelo EPU-Brasil
  • Trabalho de Evento
    O impacto de Investimentos de Venture Capital e Private Equity no desempenho de startups de Internet das Coisas (IoT)
    (2021) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Souza, Fernanda Carvalho de
    O objetivo desse estudo é examinar como o investimento de Venture Capital e Private Equity impacta no desempenho de Startups do setor de Internet das Coisas (IoT). Coletamos dados no Crunchbase de 7.197 empresas fundadas entre os anos 2000 e 2016 ao redor do mundo, e acompanhamos o desempenho dessas companhias até o ano de 2020. A metodologia adotada foi o um modelo hazard proporcional de Cox (1972) para avaliar a probabilidade de a startup realizar IPO (Initial Public Offering), venda total para um investidor estratégico ou declarar falência. Os resultados do modelo indicam que a presença de fundos de Venture Capital e Private Equity tem um impacto positivo para as startups, uma vez que aumenta a probabilidade de ocorrência de IPOs e venda para estratégicos. No entanto, ser apoiado por um fundo também aumenta a probabilidade de a companhia falir num menor período de tempo, pois os fundos focam seus recursos em empresas rentáveis, de modo que se a empresa não apresenta bons resultados, é comum acelerar o write-off do investimento.
  • Trabalho de Evento
    Underpricing and Partial Adjustment in Brazilian Private Equity Backed IPOs
    (2016) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Otero, Marcelo
    This paper analyzes how the sponsorship of a private equity firm impacts underpricing of initial public offerings (IPOs). Underpricing is well documented in financial literature, and there are evidences that one of its causes is partial adjustment. Partial adjustment occurs when the underwriter of an issue does not adjust the offering price to the demand observed during the bookbuilding process, creating positive initial returns. We analyze IPOs issued in Brazil between 2004 and 2014. We considered the overallotment option in estimating the underpricing, and our results conclude that partial adjustments and underpricing are higher for private equity backed IPOs.
  • Dissertação
    Uma análise de desempenho das ofertas públicas iniciais (IPOS) no Brasil (1995-2006)
    (2007) Freddi, Marcelo De Andrade Lourenção
    O resultado desta dissertação comprova empiricamente que, no mercado de ações brasileiro, empresas que realizaram IPO ao longo do período de 1995-2006 tiveram em média valorização de 3,98% superior ao IBOVESPA no seu primeiro dia de negociação, no entanto, tiveram desempenho semelhante ao índice no longo prazo, atingindo excesso de retorno praticamente nulo em relação ao IBOVESPA ao fim do primeiro ano de negociação. Os resultados encontrados suportam a hipótese de eficiência de mercado de IPOs no Brasil no médio e longo prazos, refutando hipóteses alternativas sobre a ineficiência do mercado de ações.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    O impacto da presença de fundos de PE/VC no desempenho das ações ao redor do o período de expiração do lock-up
    (2013) Viana, Giorgia Lau Netto
    Ao realizar um oferta pública inicial de ações (IPO), os acionistas controladores e os administradores assinam um contrato estabelecendo o período de lock-up, durante o qual estes não podem vender e/ou ofertar a venda de suas participações. A regra estabelece que os mesmos só poderão vender, após seis meses da oferta inicial, até 40% de sua participação e o restante após o primeiro ano. Este trabalho examina e compara o comportamento da ação por volta da expiração deste primeiro período entre empresas que receberam ou não investimentos de fundos de Private Equity ou Venture Capital. Na literatura internacional, observam-se retornos anormais decrescentes assim como um aumento do volume de ações negociadas em torno do final do período de lock-up, sendo que o retorno negativo é maior naquelas empresas que receberam apoio dos fundos mencionados. Neste trabalho nota-se que no mercado brasileiro não há indícios que este evento cause qualquer impacto direto sobre os desempenhos das ações, embora tenha sido possível perceber que as ações de empresas que receberam aportes dos fundos mencionados apresentaram desempenho superior às ações que não o receberam durante o período estudado.
  • Dissertação
    O efeito certificador da presença de fundos de Private Equity na composição acionária de IPOs no Brasil.
    (2021) Asbahr, Fernando Augusto Casagrande
    Com a estabilidade econômica brasileira após 2016, a disposição das empresas em buscarem recursos via mercado de capitais cresceu, impulsionado assim o volume de IPO (Inicial Public Offering). Apesar deste maior número de investidores, vários estudos identificam um problema informacional ao redor da emissão. Para as empresas que realizaram IPO foram encontrados retorno acionário elevado no curto prazo e de baixo no longo prazo. Além disto, a empresa que vai acessar o mercado deve possuir profundidade e experiência para realizar uma oferta pública de sucesso, bem como, bom conselho de administração, estabelecimento de comitês apropriados e, consequentemente, uma gestão profissional. Essa gestão profissional, em geral, é realizada por fundos de private equity (PE) com objetivo de fornecer capital as empresas fechadas, geralmente com altos potenciais de retorno, sob a ótica de no futuro realizar a saída deste investimento. A literatura sobre a presença de fundos PE na gestão das empresas se ancora, principalmente, na duração e persistência deste efeito ao longo do tempo. Os estudos, em geral, encontram evidências favoráveis de que IPOs com a presença de fundos PE tem desempenho superior as empresas sem PE. Com o intuito de verificar estes efeitos foram investigados os desempenhos de 160 IPOs emitidos no Brasil de 2004 a 2019, com e sem a presença de PE e comparados entre si. Foram analisados o retorno anormal das ações (BHAR - Buy and Hold Abnormal Returns) no primeiro dia, 12, 24 e 36 meses após a oferta pública inicial e o desempenho operacional através dos indicadores: variação da receita total; variação de ativos totais; ROA; Ebitda/Ativos; ROIC, Alavancagem e Q de Tobin ajustado, no período de 1, 2 e 3 anos após a emissão. Foi possível identificar que as empresas com PE tiveram retornos mais positivos (ou menos negativos) para 12, 24 e 36 meses via ótica Equal Weighted através da análise via benchmark de 18,9%, 37,2% e 26,0%, contra 3,7%, 8,2% e 14,2% para as sem PE no mesmo período. Foi identificado também uma queda nos indicadores de Ebitda/ativos, variação das receitas, total de ativos e Q de Tobin ajustado para a totalidade da carteira até 3 anos após o IPO. Apesar do efeito negativo para a carteira, é possível verificar que o grupo com PE teve menor queda no Q de Tobin ajustado que o grupo composto pelas empresas sem PE com relevância estatística. Além disto, as empresas com PE se mostraram com uma redução na alavancagem a partir do primeiro ano após a emissão da ação.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    O impacto do private equity no underpricing de IPO de empresas brasileiras
    (2019) Cantaux, Nicolas de Moraes
    O underpricing das ofertas públicas iniciais é um fenômeno observado em todos os mercados financeiros do mundo. O primeiro dia de venda de ações no mercado secundário tem se mostrado, na média, uma ótima oportunidade para os investidores de todo o mundo obterem o alpha que tanto procuram. O objetivo deste trabalho é de verificar se o Private Equity exerce influência na avaliação e, consequentemente, no underpricing de IPO das empresas listadas na bolsa de valores brasileira. Para analisar a formação do underpricing abordo duas perspectivas teóricas: Assimetria de Informação e Finanças Comportamentais; investigando como o Private Equity conversa com cada uma delas para auxiliar na construção de hipóteses teóricas. Para conduzir o estudo empírico, utilizo uma amostra de 161 IPOs de empresas brasileiras que aconteceram de 2004 a 2018. Emprego duas ferramentas econométricas de estimação: (i) Regressão Linear Múltipla para identificar se o impacto do Private Equity no underpricing é relevante e, em caso positivo, em qual direção ela ocorre, controlando por outras variáveis exógenas e (ii) Propensity Score Matching para contornar o problema de “viés de seleção” e estimar de maneira mais adequada o efeito médio de tratamento que o Private Equity mostrou no underpricing das empresas investidas vis-à-vis ao das demais empresas da amostra. Meus resultados revelam que o Private Equity exerce um impacto positivo sobre o retorno anormal, no qual as empresas que foram investidas por fundos de PE apresentaram um underpricing de 4,35 a 4,64 pontos percentuais superior ao das demais empresas da amostra
  • Working Paper
    O comportamento do preço de IPOs ao redor do vencimento de lock-up
    (2014) Castro, Cristiano S.C. Monteiro de; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI
    É comum que se encontre em ofertas públicas iniciais de ações cláusula de lock-up. Essa cláusula restringe a venda de ações de insiders após o lançamento do IPO durante um período estabelecido. Existem evidências internacionais de que há aumento do volume de negociação e queda de preço das ações ao redor do vencimento do período de lock-up. Diferentemente de mercados acionários internacionais, em que há apenas um único período de lock-up, geralmente de 180 dias, no Brasil a BM&FBOVESPA exige lock-up de 180 dias para 40% do volume ofertado e 360 dias para os 60% de volume remanescente. O intuito desse trabalho é analisar o comportamento de preço e volume de negociação de IPOs brasileiros ao redor do vencimento dos dois lock-ups. Foram analisados o comportamento de 116 ofertas públicas iniciais entre 2004 e 2012. Verifica-se que existe tanto queda nos preços quanto aumento do volume de negociação ao redor dos vencimentos dos lock-ups, mas observa-se que, diferentemente das evidências internacionais, a queda de preço é menor quando há a presença de fundos de Private Equity e Venture Capital na estrutura societária dos IPOs,
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    O fluxo de saída de IPOs de empresas brasileiras para bolsa de valores de Nova Iorque
    (2019) Rocha Junior, Wilson Pereira
    Atualmente as ofertas públicas primárias (Initial Public Offering – IPO) tem se tornado meio de levantamento de capital de diversas empresas no mercado brasileiro. Todavia, recentemente a Stone e a PagSeguro realizaram a sua abertura de capital na bolsa de valores de Nova Iorque, por diversos motivos estratégicos, tornando-as um sucesso devido ao êxtase da transação realizada. Este estudo tem como objetivo de entender o racional de uma empresa realizar um IPO, assim como evidenciar os motivos da seleção da bolsa de valores de Nova Iorque em contrapartida da bolsa de valores de São Paulo. Essa monografia conterá um estudo de caso dessas duas transações, baseadas em relatórios de principais bancos que atuam no mercado de capitais, com a finalidade de enfatizar o valuation da empresa, múltiplos financeiros, o processo de um IPO e alocação dos recursos, tal como o ganho operacional e competitivo.
  • Dissertação
    O impacto dos fundos de private equity no underpricing dos IPOs brasileiros
    (2013) Bottai, Diego
    O objetivo desta dissertação é investigar se a presença de fundos de private equity diminui o underpricing dos IPOs no mercado brasileiro. Foram analisados todos os IPOs realizados no Brasil entre Janeiro de 2004 e Julho de 2013 e a amostra foi controlada por variáveis como tipo de listagem, classificação setorial, ano de negociação, volume, percentual de investidores pessoas físicas, de varejo, institucionais e estrangeiros, coordenadores, percentual de revisão de preço e de quantidade e percentual de oferta primária. A conclusão desta dissertação é que a presença de fundos de private equity não explica o underpricing com significância estatística, porém, se o IPO está precificado acima da banda do prospecto preliminar, a presença de fundos de private equity tem uma relação positiva e significativa com o underpricing. Encontram-se evidências portanto, que o ajuste parcial de preços é mais forte em IPOs que tem a presença fundos de private equity.