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  • Dissertação
    Previsão da taxa de juros nominal no Brasil: uma avaliação comparativa entre curva de reação, modelo arma e VAR
    (2008) Jarra, Eduardo José Ferreira
    Esse trabalho avalia a qualidade de previsão da trajetória da taxa de juros Selic nominal. O conjunto de modelos analisado contém uma curva de reação da autoridade monetária, um modelo de séries temporais univariado e quatro diferentes especificações de VAR. Os resultados mostram que curva de reação e o modelo de séries temporais univariado são os que apresentam as melhores previsões para curto (três e seis meses) e médio prazo (doze meses), ainda que não seja possível distinguir qual é o superior entre os dois. Para os horizontes analisados, os modelos VAR apresentam qualidade de previsão ruim.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Os impactos da taxa de juros no retorno e na volatilidade do índice BOVESPA
    (2009) Machado, Rubens Nunes
    O presente estudo visa buscar as relações entre taxa de juros e retorno do IBovespa, tanto no nível quanto na variância. A análise foi feita com base em modelos de heterocedasticidade condicional (GARCH) e dados entre 2000 e 2008. Concluiu-se que o retorno desse índice é mais bem ajustado se estimado em dependência da taxa de juros, tanto no nível quanto na variância. Alem do mais, empiricamente, provou-se que a taxa de juros afeta negativamente o retorno do IBovespa e positivamente a sua volatilidade.
  • Dissertação
    Apreçamento da convexidade de ativos indexados ao percentual do CDI nos modelos de vasicek e cox-ingersoll-Ross
    (2010) Yam, Erica Pui Lan
    Devido à convexidade intrínseca dos ativos indexados ao percentual do CDI, o resultado esperado desses ativos que tenham seu risco de delta neutralizado com contratos de futuros de DI é diferente de zero. Esse resultado esperado, que chamaremos de prêmio de convexidade, deve ser incorporado ao preço do ativo em questão no momento de sua negociação, embora o mercado geralmente ignore este efeito. Utilizamos os modelos de taxa de curto prazo Vasicek e Cox-Ingersoll-Ross para a obtenção de fórmulas fechadas deste prêmio de convexidade. Sugerimos também as opções do IDI como produto natural a ser utilizado para extrairmos as estimativas dos parâmetros requeridos pelas fórmulas e também como o instrumento de mercado a ser empregado para fins de hedge da convexidade. Fazemos a análise de sensibilidade das fórmulas obtidas e simulamos sua utilização em uma carteira onde é feito hedge de delta e vega, empregando opções do IDI e futuros de DI de mesmo prazo da operação. Os resultados dessas simulações com tais fórmulas são parecidos e satisfatórios para o período analisado.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Contradições da nova matriz econômica do governo Dilma: porque a redução de juros não estimulou a taxa de investimento?
    (2015) Nicolau, Luis Fernando Rodrigues
    A nova matriz econômica consiste de uma política macroeconômica brasileira instituída no inicio do mandato da atual presidente da república Dilma Rousseff. A política, de cunho desenvolvimentista, consiste no abandono do tripé econômico, e tem como objetivo o estímulo da economia. Os resultados procurados são o aumento das taxas de crescimento do produto, aumento da taxa de investimento entre outros fatores. Um dos principais mecanismos utilizados pela nova matriz econômica para o atingimento de suas metas foi a redução da taxa básica de juros. Apesar dos esforços empreendidos, até o presente momento, não houve evidências que corroboram com o sucesso do plano de aumentar a taxa de investimento como porcentagem do PIB. As baixas taxas de crescimento do produto estão sendo acompanhadas de inflação e deterioração das contas públicas. Assim o presente trabalho tem a intenção de descobrir quais fatores resultaram na falta de crescimento na taxa de investimento na economia brasileira. Para isso, primeiramente, será feito um estudo acerca da literatura já disponível, a fim de obter as variáveis que determinam a taxa de investimento para o caso brasileiro. Com tal embasamento teórico, será possível analisar, estatisticamente, a magnitude do efeito de cada variável sobre a taxa de investimento, e assim determinar quais fatores se sobressaíram à queda dos juros básicos e resultaram no fracasso dos planos da nova matriz econômica do governo primeiro de Dilma Rousseff.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    QUAL A RESPOSTA DO IBOVESPA ÀS MUDANÇAS INESPERADAS DA TAXA SELIC?
    (2017) Alcântara, Rodrigo Alfano Guimarães
    Em tempos de afrouxamento monetário, abre-se muito espaço para oportunidades diferentes de investimento, muitas delas voltadas para o mercado de ações. Para explorar mais a fundo os possíveis ganhos nesse mercado, nos baseamos em um estudo de Bernanke e Kuttner (2005) que buscou explicar as reações do mercado de ações às políticas monetárias do Federal Reserve, Banco Central dos Estados Unidos. No estudo os autores medem o impacto de mudanças inesperadas da taxa de juros no mercado acionário norte americano. Segundo o resultado, um corte de 25bps no Fed Funds, taxa de juros cobrada pelo Federal Reserve, produz um aumento de aproximadamente 1% nos índices de Bolsa dos EUA. O presente estudo fez uso de metodologia similar àquela empregada por Junior e Junior (2011) ao se utilizar um modelo de regressões de séries temporais aplicado ao caso brasileiro. Dessa maneira, foi verificado que um aumento hipotético não antecipado de 1 ponto percentual na taxa de juros decidia pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil (COPOM) está associado a uma queda média de 0,73% do Ibovespa, no dia consecutivo à reunião do Copom.
  • Dissertação
    Apreçamento da convexidade de derivativos indexados ao percentual do CDI no modelo de Black-Derman-Toy
    (2015) Gomes, Rafael Pistelli
    Devido à característica estocástica das taxas de juros e ao efeito composto da composição do fator diário de derivativos indexados ao percentual do CDI, os derivativos indexados a percentuais do CDI diferentes de 100% possuem intrinsecamente tanto risco de delta quanto risco de convexidade (ou gamma) quanto às oscilações da taxa de juros de mercado. Enquanto o primeiro risco é corretamente mensurado pelo mercado, o segundo risco segue sendo ignorado ou mal precificado no apreçamento desses derivativos. A convexidade deles é tanto maior quanto mais longo o vencimento do mesmo, quanto mais distantes de 100%CDI eles estiverem indexados e quanto mais elevados tanto os níveis de taxas de juros de mercado quanto suas volatilidades. De forma a precificarmos os mesmos com maior exatidão precisamos incorporar ao apreçamento de mercado um prêmio que chamaremos de prêmio de convexidade. Esse prêmio se refere ao resultado esperado pela marcação a mercado desses derivativos, que será diferente de zero, quando o risco de delta é dinamicamente neutralizado através de contratos futuros de DI. Utilizamos o modelo de Black-Derman-Toy para estimarmos esses prêmios para diversos valores de percentual do CDI, diversos cenários de volatilidade das taxas de juros e para diversas maturidades do derivativo. Os resultados se mostraram bastantes consistentes com nossas simulações, sendo muito relevantes para o período atual de alta volatilidade, notadamente para derivativos acima de cinco anos e percentuais do CDI acima de 150%. Por fim, nosso modelo foi validado estimando milhares de cenários através de simulações de Monte Carlo para as oscilações do CDI e da taxa de juros de mercado, assim como para avaliar a estratégia de delta hedge dinâmico mais eficiente para o comprador ou vendedor de convexidade.