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  • Trabalho de Conclusão de Curso
    O uso de hedging e seu impacto no valor de mercado das empresas não financeiras no Brasil
    (2020) Vaz, Nicolas Delepierre
    Esse estudo busca estabelecer uma relação empírica entre o uso de estratégias de hedging e o valor de mercado de firmas brasileiras não financeiras no período de 2010 a 2019. Seguindo a metodologia proposta inicialmente por Allayannis e Weston (2001) para o mercado americano e posteriormente adaptada por Rossi e Laham (2008) o mercado brasileiro, o presente estudo buscou atualizar os resultados obtidos pelos autores brasileiros, verificando que esses não se mantém no período estudado.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    A escolha do tipo de instrumento derivativo financeiro usado pelas companhias impacta o valor de mercado das empresas? evidências para o Brasil
    (2009) Ribeiro, Philippe Lemes
    Esse trabalho consiste em examinar a magnitude e direção do impacto gerado pelo uso corporativo de estratégias de cobertura de risco financeiro por meio de instrumentos derivativos, tais como: Contratos Futuros, a Termo, Opções e Swaps. Empregou-se a análise de painel e MQO por meio do simples uso do Q de Tobin para uma amostra de empresas brasileiras de capital aberto não financeiras entre 2004 e 2007. Os resultados oferecem indícios de expressivo impacto positivo no valor das firmas que utilizam derivativos e em diferentes magnitudes dependendo do tipo e da combinação de instrumentos derivativos escolhidos pelos agentes.
  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Governança corporativa e o valor agregado ao acionista no ano de 2008
    (2009) Cidale, Piero
    Este estudo examina a relação, em 2008, entre nível das práticas de Governança Corporativa de empresas brasileiras e valor da firma, através da construção do índice de Governança Corporativa para uma amostra de empresas financeiras e não-financeiras listadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Os resultados empíricos confirmam um aumento no nível das práticas de Governança Corporativa, causado pela evolução em todas as dimensões da Governança e pelo grande número de firmas que se listaram ao Novo Mercado da Bovespa. Utilizando métodos econométricos, os resultados mostram uma associação negativa entre valor da empresa e práticas de Governança Corporativa, indicando que, diferentemente de outros artigos realizados para anos anteriores, melhores práticas de Governança Corporativa não criam valor para a firma no ano de 2008.
  • Working Paper
    Swap, Futuro e Opções: Impacto do Uso de Instrumentos Derivativos sobre o Valor das Firmas Brasileiras
    (2010) Machado, Sérgio Jurandyr; Ribeiro, Phillipe Lemes; Rossi Júnior, José Luiz
    O trabalho analisa o impacto do uso de instrumentos derivativos, tais como contratos futuros, a termo, opções e swaps sobre o valor da firma, utilizando uma amostra de empresas brasileiras de capital aberto não financeiras entre 2004 e 2007. Os resultados indicam que a utilização de derivativos exerce um impacto positivo no valor das firmas e que este impacto apresenta diferentes magnitudes dependendo do tipo e da combinação de instrumentos derivativos escolhidos.
  • Dissertação
    A Utilização de Derivativos Aliada às melhores práticas de governança corporativa adiciona valor para os acionistas?
    (2009) Steagall Junior, Lincoln
    Se por um lado derivativos podem trazer vantagens para as empresas, como suavização dos fluxos de caixa, maior acesso às linhas de financiamento e diminuição de taxas de empréstimo, por outro podem trazer sérios riscos se forem usados indevidamente. Pode-se citar, por exemplo, as exposições excessivas a derivativos em 2008, que tinham como motivador a diminuição do custo financeiro para as tesourarias das empresas e tornaram-se desastrosas com o advento da crise financeira global iniciada em Setembro de 2008. Boas práticas de Governança Corporativa trazem maior transparência e aumentam a proteção dos acionistas minoritários contra atitudes prejudiciais por parte dos controladores. Dessa maneira, seria esperado que a adoção dessas práticas diminuísse a possibilidade da utilização prejudicial dos contratos de derivativos. Este trabalho visa investigar se a utilização de derivativos aliada às melhores práticas de governança corporativa cria valor para as empresas. Para isso foi analisada uma amostra de empresas brasileiras não-financeiras listadas na Bolsa de Valores de São Paulo, entre os anos de 2004 e 2007 e rodadas regressões em painel. A criação de valor foi medida através do Q de Tobin. Os resultados confirmam a princípio que apenas a Governança Corporativa agrega valor à firma, mas não a utilização de derivativos de uma maneira geral. Foram encontradas evidências muito fracas de que a utilização de derivativos aliadas às práticas de Governança Corporativa especificamente no quesito Estrutura Acionária adiciona valor para o acionista.