Todos os documentos desta Coleção podem ser acessados, mantendo-se os direitos dos autores pela citação da origem.NAERCIO AQUINO MENEZES FILHOMinardi, Ana Luiza Fonseca2017-07-262021-09-1320172017-07-262021-09-1320172017https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/1588Este estudo propõe compreender quais políticas seriam mais eficientes na universalização da educação no Brasil. Investigou-se quais fatores influenciaram o aumento da participação escolar entre os anos de 2000 e 2010 dos jovens entre 15 e 17 anos: o incremento na renda per capita, ou a ampliação dos recursos da educação vindos do governo? Foram usadas como variáveis a participação escolar, renda domiciliar per capita e gasto real público na educação por aluno, que são itens englobados na pergunta do estudo. Ademais, adicionaram-se variáveis de controle relacionadas à qualidade de vida como: a média da porcentagem de domicílios particulares no município com água encanada, banheiro e luz, como forma de medir o nível de infraestrutura, e o índice Gini. A taxa de desemprego no município e o nível de escolaridade dos pais também foram incluídos. No modelo proposto neste estudo descobriu-se que, apesar do aumento do investimento público ser indispensável, o incremento na renda per capita e consequentemente a melhoria na infraestrutura domiciliar são variáveis mais efetivas para levar a juventude à escola. Trata-se de um estudo quantitativo que não aborda a qualidade da educação brasileira. Os dados foram tratados em Painel, com a possibilidade de efeitos fixos ou aleatórios, ou com somente a estimação usando POLS.26 f.PortuguêsEducaçãoUniversalização da educaçãoPolíticas educacionaisBrasilDeterminantes do aumento da participação escolar dos jovens entre 15 a 17 Anos nas escolas brasileirasbachelor thesis