Todos os documentos desta Coleção podem ser acessados, mantendo-se os direitos dos autores pela citação da origem.TATIANA IWAIRossi, Luiz Felipe Pupo Galvão2019-02-232021-09-1320182019-02-232021-09-1320182018https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/1881Por meio deste estudo, tentamos entender como mentiras pró-sociais em dois cenários diferentes podem afetar as relações de confiança entre as partes. Para instigar as diferenças, propusemos cenários onde a mentira foi acarretada sob a luz de dois critérios de justiça: necessidade e equidade. Para avaliar essa diferença, apresentamos um questionário com ambos os cenários para os respondentes avaliarem não apenas a propensão a confiar, mas também uma série de variáveis possivelmente explicativas da diferença. Analisada a base de dados criada, observamos que de fato, quando se comete uma mentira pró-social a favor de alguém que precisa, ou seja, sob um critério de necessidade, a propensão a confiar futuramente no mentiroso é maior do que sob a justificativa de equidade. Entre as variáveis explicativas, o caráter moral percebido sobre o indivíduo foi a única variável que se mostrou relevante para justificar a diferença, sendo associado um caráter moral mais alto para aquele que se pautou na necessidade do que para o caso da equidade.25 f.PortuguêsConfiança. Mentira pró-social. Justiça. Equidade. Necessidade.Mentiras pró-sociais e fontes de justiça: seus efeitos na confiança entre as partesbachelor thesis