Todos os documentos presentes nesta Coleção podem ser acessados, mantendo-se os direitos dos autores pela citação da origem.Juliana InhaszGabriel Marcos Teixeira2022-04-282022-04-282021https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/3181O padrão de consumo familiar brasileiro tem mudado bastante nas últimas duas décadas. A alocação da renda familiar para alimentos, lazer, moradia e educação tem sua mudança derivada de modificações na urbanização, composição etária, renda disponível e reformas estruturais. Eventuais crises econômicas, como a última causada pelo COVID-19, também afetam esse padrão de consumo. Assim, é importante entender quais são os determinantes dessa mudança para que se possa tomar melhores decisões de alocação de recursos, seja esses individuais ou estatais, como campanhas, para que o país se recupere da crise enquanto aumenta o nível de bem-estar da população. O objetivo desse trabalho foi investigar o padrão de consumo das famílias brasileiras, para isso, foi estimado um modelo com variáveis qualitativas que incluem gastos em algumas principais categorias: moradia, saúde, educação, alimentação, transporte lazer e viagem. Dentre elas, separações entre bens de luxo e essenciais também foram feitas. Foi utilizado dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2017/2018 realizada pelo IBGE. O modelo utilizado para o estudo foi o Probit, que nos possibilitou estimar qual a probabilidade de consumo de determinado bem/categoria, dadas condições como renda, geografia, gênero do chefe de família, instrução dentre outras. Um dos principais resultados obtido é o efeito marginal, positiva ou negativa que a urbanização e aumento de renda causa no padrão de consumo e assim na qualidade de vida das pessoas.40 p.DigitalPortuguêspadão de consumoPesquisa de Orçamentos Familiares (POF)urbanizaçãoaumento de rendaqualidade de vidaCaracterísticas do perfil de consumo da família brasileira.bachelor thesisCunsume patternPesquisa de Orçamentos Familiares (POF)urbanizationhigher incomeLife quality