TODOS OS DOCUMENTOS DESTA COLEÇÃO PODEM SER ACESSADOS, MANTENDO-SE OS DIREITOS DOS AUTORES PELA CITAÇÃO DA ORIGEM.Okimura, Rodrigo TakashiAmaral, Luiz Matheus Della Rosa de Souza2023-03-072023-03-072020https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/5374A transformação digital se transformou, de uma ideia inovadora, em uma necessidade para as grandes empresas, principalmente no setor financeiro. Com o surgimento das fintechs e startups, os grandes bancos, que antes não reconheciam um fenômeno grande o suficiente para ameaçar a sua grande concentração de Market-Share, atualmente tem como uma de suas prioridades a redução do custos de transação para seus clientes, a fim de manter sua base de clientes e agradar os investidores. Essa pesquisa busca estudar o caso de uma das primeiras instituições financeiras a adotar a estratégia da mudança para o mundo digital: O Banco Inter. Fundado em 1994 como um banco de varejo convencional, o banco, ao dar início na sua conversão para o mundo digital, abriu seu capital na bolsa de valores para levantar dinheiro e acelerar a transformação. De 9 de janeiro de 2018 à 24 de janeiro de 2020, antes do choque sistêmico causado pela doença COVID-19, as ações do Banco Inter valorizaram cerca de 650% em dois anos desde a abertura de capital. Ao estudar a fundo os métodos de avaliação de empresas aplicados às instituições financeiras e coletar dados financeiros do Banco Inter, será respondido se essa valorização é justificada. Ou seja, será analisado se o banco está sendo negociado a um preço semelhante a startups, ou se sua precificação se assemelha mais aos bancos de varejo e qual dessas duas métricas faria mais sentido para o caso dele.19 p.DigitalPortuguêsBanco InterValuationFintechEntre o tradicional e o disruptivo: um estudo de caso sobre o Banco Interbachelor thesisNão informado