TODOS OS DOCUMENTOS DESTA COLEÇÃO PODEM SER ACESSADOS, MANTENDO-SE OS DIREITOS DOS AUTORES PELA CITAÇÃO DA ORIGEMTeixeira, Adriano DutraRocha, Natalia Seron2023-06-012023-06-012022https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/5675A discussão de gênero ainda carece de evidências no ramo do agronegócio. Num contexto de sociedade patriarcal e enraizada em normas sociais, as mulheres que trabalham no agronegócio ainda sofrem com a desigualdade de gênero. Esse artigo tem como finalidade analisar a evolução do rendimento de mulheres e homens no setor do agronegócio, trabalhando com a base de dados da PNAD para os anos de 2001, 2005, 2011 e 2015, utilizando a decomposição de Oaxaca-Blinder com correção de Heckman, bem como investigar possíveis disparidades em cargos de liderança. Os resultados mostraram evolução positiva nos rendimentos de ambos os grupos analisados, mas persiste a disparidade de renda por gênero, sendo 40% atribuída à diferença inexplicada (efeito estrutural). Ainda, nota-se a persistência da predominância masculina em cargos de liderança. Ainda que as proporções também tenham evoluído com o tempo, uma mulher tem, em média, 16 p.p. a menos de probabilidade de assumir um cargo de liderança no agronegócio.48 p.DigitalPortuguêsdesigualdade de gêneroagronegócioliderançaA disparidade de gênero no mercado de trabalho: uma perspectiva do meio rural.bachelor thesisgender gapagribusinessleadership