Todos os documentos desta Coleção podem ser acessados, mantendo-se os direitos dos autores pela citação da origem.ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZORezende, Gabriel Ribeiro Vieira2019-02-222021-09-1320182019-02-222021-09-1320182018https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/1856As teorias clássicas de finanças defendem que a assimetria de informações é uma das principais causas fortalecendo a barreira entre investidores e empresas. A partir disso, seria plausível presumir que empresas abertas têm menores dificuldades para conseguir capital, próprio ou de terceiros, dado seu maior nível de disclosure. Partindo dessa premissa, o objetivo deste estudo é analisar as potenciais diferenças em relação à restrição ao crédito entre empresas abertas e fechadas e, para tanto, foram coletadas informações financeiras de 291 empresas abertas e 325 empresas fechadas brasileiras, de 2012 a 2016. Com uma regressão em painel, tendo caixa como a variável dependente e fluxo de caixa como a principal variável explicativa, os resultados apontam que empresas abertas têm maior dependência entre caixa e fluxo de caixa em relação às empresas fechadas. Isso indica em maior restrição ao crédito para empresas abertas em relação às empresas fechadas. As principais causas por trás dos resultados inesperados são as particularidades do mercado de crédito brasileiro (forte atuação do BNDES), associadas ao fato de que empresas abertas foram, na média, mais afetadas pela recessão econômica de 2015-2016 do que as empresas fechadas.27 f.InglêsRestrição ao crédito. Assimetria de informações. Empresas abertas e fechadas. BNDES.Credit constraints: an empiric panel analysis comparing Brazilian private and public companiesbachelor thesis