Todos os documentos desta Coleção podem ser acessados, mantendo-se os direitos dos autores pela citação da origem.ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZOVieira, Ruth Mota2017-09-222021-09-1320172017-09-222021-09-1320172017https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/1616Nos últimos anos o cenário macroeconômico nacional não foi favorável à prosperidade econômica. Instalou-se no país uma das maiores recessões da história brasileira, sendo um dos mais fortes sinais a queda do PIB em 3,8% no ano de 2016. O Brasil vem enfrentando um cenário de juros elevados, acarretando dificuldades no mercado de crédito. Além de um contexto conjuntural, as decisões de estrutura de capital são complexas por especificidades internas de cada empresa. Um estudo feito pelo Centro de Estudos do Instituto IBMEC (CEMEC, 2016), acerca do endividamento de empresas brasileiras, mostra que a capacidade das empresas de amortizar suas dívidas com base na geração de caixa aumentou, em média, de 1,5 ano em 2010 para 4,2 anos em 2016. Este trabalho tem o objetivo de estudar o impacto do endividamento no desemprenho de empresas brasileiras de capital aberto através de dados em painel, entre 2010 e 2015, de modo a obter uma visão longitudinal do problema. O desempenho foi mensurado pelo ROE e contraposto ao endividamento – calculado através de três variáveis distintas: estrutura de capital, índice dívida líquida / EBITDA e índice de cobertura de juros. Além disso, foram utilizadas variáveis de controle, como o tamanho, crescimento e investimento das empresas. Através do método de mínimos quadrados em dois estágios para estimação dos modelos econométricos, esse estudo encontrou relação negativa entre o endividamento, mensurado pela estrutura de capital de terceiros, e o desempenho das companhias abertas brasileiras.21 f.PortuguêsEndividamentoDesempenhoEmpresas abertasEmpresas brasileirasIndebtednessPerformancePublic traded companiesBrazilian companiesImpacto do endividamento no desempenho de empresas brasileiras abertasbachelor thesis