Todos os documentos desta Coleção podem ser acessados, mantendo-se os direitos dos autores pela citação da origem.Sanvicente, Antonio ZorattoSilva, Francisco de Assis Machado da2015-03-042021-09-132015-03-042015-03-042021-09-1320112011https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/501Abordou-se a estratégia de flexibilidade financeira que pode ser entendida como um investimento em uma folga na estrutura de endividamento tal que o endividamento assumido seja inferior ao ótimo, com o intuito de tirar proveito de possíveis oportunidades de investimento. A fim de verificar se esta estratégia criou ou não valor para as empresas mais líquidas negociadas na BMF&Bovespa em 2010, utiliza-se o modelo de Black-Scholes de precificação de opções, na primeira parte da metodologia. Na segunda parte, é calculado o custo médio ponderado de capital efetivo em 2010, o custo mínimo de capital e o retorno sobre o capital para a mesma amostra. Deste modo, a estratégia de flexibilidade financeira é tratada como uma opção real segundo Damodaran (2002). Após o cálculo do valor da opção da flexibilidade financeira, é analisada a folga na estrutura de capital destas empresas em uma regressão em corte transversal. Como variáveis explicativas foram utilizadas: a proporção de caixa em relação ao ativo total, a volatilidade da margem líquida (lucro líquido em relação à receita líquida) e o tamanho da empresa a preços de mercado. Os resultados se mostraram inconclusivos devido à baixa significância estatística. O tamanho da empresa foi a única variável que se apresentou conforme o esperado, porém também com baixo poder de explicação.44 f.PortuguêsFlexibilidade financeiraEstrutura de capitalOpções reaisFinanças corporativasValor da flexibilidade financeira nas empresas com ações negociadas na BM&F Bovespabachelor thesis