Todos os documentos desta Coleção podem ser acessados, mantendo-se os direitos dos autores pela citação da origem.CHARLES KIRSCHBAUMCoy, Débora Magalhães Rodrigues2015-03-202021-09-132015-03-202015-03-202021-09-1320102010https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/567Este trabalho tem o objetivo de estudar a existência de inércia estrutural em museus brasileiros. Foram estudados cinco grandes museus localizados na cidade de São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), Museu Paulista (Museu do Ipiranga), Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu da Língua Portuguesa e Memorial do Imigrante. Para fazer a pesquisa, um questionário foi desenvolvido para que cada gestor respondesse às perguntas referentes à instituição onde trabalham. O questionário era composto por 15 perguntas, sendo que as questões de 2 a 15 eram sentenças afirmativas, que deveriam ser classificadas pelos entrevistados em uma escala de 1 (= discordo totalmente) a 5 (= concordo plenamente), sendo 3 = não concordo, nem discordo. O resultado encontrado foi que não se pode generalizar a existência de inércia para todos os museus estudados. Cada tem um modelo de gestão diferente e, o que pode ser conferido foi que alguns museus estão sob pressões inerciais maiores que outros. Isso, no entanto, não é determinante para o seu fracasso ou sucesso. Durante esta pesquisa foi possível constatar que o que parece ser crucial para a existência destas instituições é o apoio do governo – municipal, estadual ou federal – e as leis de incentivo fiscal, como a Lei Rouanet.35 f.PortuguêsMuseusInércia estruturalBrasilLei RouanetUm estudo da gestão dos museus no Brasilbachelor thesis