Todos os documentos presentes nesta Coleção podem ser acessados, mantendo-se os direitos dos autores pela citação da oigem.Andrea Maria Accioly Fonseca MinardiGustavo Rosa Palamidese2022-05-032022-05-032021https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/3193Quando uma empresa tem excesso de lucro, ela pode constituir reserva, investir esse recurso no próprio negócio ou distribuir para os acionistas como caixa (dividendos) ou como ações (recompra de ações). Esse estudo visa compreender quais são os determinantes que levam uma empresa brasileira com ações negociadas na B3 decidir sua política de distribuição de lucros. Como no Brasil a distribuição em caixa pode ser tanto como dividendos ou juros sob o capital próprio, também foram analisados o que determina a escolha entre o montante de cada alternativa. Foram coletados dados trimestrais na Economática de 228 empresas, no período entre Março de 1997 até Junho de 2020, resultando em 7000 observações. Foi utilizado a regressão tobit. Os principais resultados do trabalho mostram que empresas que optam por utilizar a distribuição de seu caixa são empresas não alavancadas e com fluxo de caixa positivo, mais importante ainda que o tempo de listagem na bolsa como a presença no segmento do Novo Mercado da B3. Já as empresas que realizam recompras de ações, diferentemente do esperado pela literatura, são empresas com anos de listagem na bolsa e pouco alavancadas. Das empresas que optam por distribuir seu caixa, as empresas que distribuem dividendos demostraram ser as empresas alavancadas e participantes do nível de governança do Novo Mercado. Já as empresas que distribuem JSCP são empresas com fluxo de caixa positivo, porém não alavancadas e, diferente do esperado pela literatura, não são as empresas com muitos anos de listagem na bolsa de valores.30 p.DigitalPortuguêsPayoutDividendosJSCPRecomprasPolítica de distribuiçãoLucroEstudo sobre os instrumentos de distribuição de lucros no cenário brasileiro.bachelor thesis