Minardi, Andrea Maria AcciolyGama, Guilherme Ribeiro da2022-06-302022-06-3020202020https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/3289Percebe-se ao longo dos anos um crescimento na importância dos investimentos sustentáveis. Além disso, verifica-se no mercado financeiro um processo de reconhecimento de que o ESG (Environmental/Social/Governance) pode ser um fator de risco a ser internalizado na análise. Quando analisada a literatura sobre o assunto, observa-se que essa é inconclusiva sobre ESG ser ou não um fator de risco, assim como também não se sabe se a adoção de melhores práticas impacta positivamente no retorno ajustado ao risco das companhias, por diminuir os riscos de longo prazo. O objetivo do presente trabalho é testar essa questão no ambiente brasileiro. Para isso adotou-se o modelo de Carhart combinado a um fator ESG. Esse fator ESG tem como proxy uma dummy que indica se a ação de determinada empresa estava incluída ou não no ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) da B³, naquele respectivo ano. Ao longo do artigo será discutido a abordagem da literatura quanto aos fatores relevantes para a tomada de decisão, no processo de construção de portfólio. Em contrapartida, serão expostos estudos que buscaram discutir sobre a inclusão de variáveis ligadas ao comportamento do investidor socialmente responsável. Foram Analisadas séries de retorno das ações transacionadas na bolsa brasileira, entre janeiro de 2010 e janeiro de 2020. O artigo encontrou uma relação negativa entre a proxy ESG selecionada e o retorno dos ativos.PortuguêsTODOS OS DOCUMENTOS DESSA COLEÇÃO PODEM SER ACESSADOS, MANTENDO-SE OS DIREITOS DOS AUTORES PELA CITAÇÃO DA ORIGEM.Seleção de Portfólio, Investimentos Socialmente Responsáveis, ESG, Mercado Acionário Brasileiro, Risco e Retorno, ISE.Seleção de portfólio e investimentos socialmente responsáveis: uma aplicação ao caso brasileiroreport