Rossi Júnior, José LuizPagano, Terence De Almeida2021-09-132015-10-132021-09-132015-10-132009https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/956Este trabalho utiliza modelos de transição suave (STR) para explorar empiricamente a possibilidade da função de reação do Banco Central do Brasil ser não-linear, relaxando a hipótese que as preferências da autoridade monetária sejam simétricas em relação à inflação e a atividade. Utilizando dados em tempo real para a atividade econômica, os resultados encontrados indicam que a função de reação no Brasil é não-linear, e que os parâmetros da função de reação não se alteram ao longo do tempo. A não-linearidade da função de reação está associada ao desvio da inflação esperada em relação à meta. O período analisado é caracterizado por uma função de reação côncava, consistente com preferências avessas a recessão por parte da autoridade monetária.46 p.PortuguêsTODOS OS DOCUMENTOS DESSA COLEÇÃO PODEM SER ACESSADOS, MANTENDO-SE OS DIREITOS DOS AUTORES PELA CITAÇÃO DA ORIGEMFunção de reaçãoNão-linearPreferências assimétricasBrasilReaction functionNon-linearAsymmetric preferencesBrazilEstimando uma função de reação não-linear para o Brasilmaster thesis