Todos os documentos desta Coleção podem ser acessados, mantendo-se os direitos dos autores pela citação da origem.Gonçalves, Adalto BarbáceiaNascimento, Caio Belarmino2020-09-172021-09-1320202020-09-172021-09-1320202020https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/2596O Brasil nos últimos três anos vem presenciando uma forte mudança do cenário macroeconômico do país, em que a taxa de juros (SELIC) foi reduzida de 14,25% a.a. em 2016 para 4,5 % a.a. em 2019. Tal cenário afetou fortemente o apetite dos investidores brasileiros, que passaram a demandar ativos e instrumentos de investimentos de maior risco. A captação líquida da indústria de fundos brasileira vem ganhando força ano após ano desde o início deste expressivo processo de queda de juros, principalmente em fundos multimercado e de ações, que são mais arriscados e dependentes da habilidade do gestor de gerar performance por meio de uma gestão ativa de portfólio. Com esta atual conjuntura surgem indagações em torno da capacidade destes gestores em entregar o que vendem em seus fundos/produtos: retornos consistentes acima de seus bechmarks de referência. Neste paper será analisado como a indústria brasileira de fundos de ações ativos performou nos últimos 10 anos, de modo a observar se por meio de estratégias ativas de alocação os gestores brasileiros tiveram êxito em entregar o que geralmente vendem nos prospectos de seus fundos: performances consistentemente acima do mercado.29 f.PortuguêsSeletividade. Market-timing. Gestão Ativa. Indústria de fundos brasileiros de ações.Seletividade e market-timing : uma análise sobre a indústria brasileira de fundos de ações de gestão ativabachelor thesis