O INSPER E ESTE REPOSITÓRIO NÃO DETÊM OS DIREITOS DE USO E REPRODUÇÃO DOS CONTEÚDOS AQUI REGISTRADOS. É RESPONSABILIDADE DOS USUÁRIOS INDIVIDUAIS VERIFICAR OS USOS PERMITIDOS NA FONTE ORIGINAL, RESPEITANDO-SE OS DIREITOS DE AUTOR OU EDITOREDUARDO CORREIA DE SOUZABatista, Jorge Chami2022-12-142022-12-142008https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/4949Neste trabalho nós combinamos um modelo de vantagens comparativas Ricardianas, como em Dornbush, Fisher and Samuelson (1977), com o modelo de “escada de qualidade” de Grossman&Helpman (1991), e analisamos as conseqüências da falta de mobilidade internacional do conhecimento (através do licenciamento das tecnologias das firmas) sobre o padrão de comércio e a taxa mundial de crescimento/inovação. Nossa análise difere da de Taylor (1994) em que aqui a falta de mobilidade internacional do conhecimento irá ocasionar uma violação das vantagens comparativas que é, em si mesma, um fator de redução na taxa de crescimento. Também fazemos uma calibração grosseira do nosso modelo a fim de compará-lo com o modelo neoclássico de crescimento quanto a quão grandes são as perdas de bem-estar devido à ausência de mobilidade internacional do capital.22 p.DigitalInglêsCrescimento endógenoComércio RicardianoLicenciamento de tecnologiaMobilidade de capitalInternational knowledge mobilityworking paperEndogenous growthRicardian tradeTechnology licensingCapital mobility