O dano moral decorrente de atos ilícitos previstos na lei anticorrupção: o dever de boa-fé do contrato entre empresas

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Autores

Nicolosi, Marina Foltran

Orientador

Rebouças, Rodrigo Fernandes

Co-orientadores

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Tipo de documento

Trabalho de Conclusão de Curso

Data

2017

Unidades Organizacionais

Resumo

Este trabalho discute a possibilidade da indenização por danos morais entre pessoas jurídicas contratantes, decorrentes de atos ilícitos previstos na Lei Anticorrupção nº 12.846/13. A metodologia é hipotético-dedutiva a partir de um caso prático em que uma empresa pratica ato de corrupção de agente público, terminando por denegrir a reputação da outra empresa contratante, apesar da comprovada retidão, seriedade e efetividade de programa de integridade desta na hipótese. Objetiva delimitar os fundamentos do negócio jurídico que permitem tal discussão, em especial a função social do contrato e o dever de boa-fé. Tais institutos servem de balizador para a responsabilidade extracontratual da pessoa jurídica incorrente no ilícito, que preservam a honra objetiva da empresa inocente. Pretende-se, portanto, iniciar uma discussão jurídica no âmbito da indenização no âmbito da Lei Anticorrupção não apenas às autoridades, como esta lei estabelece, mas também aos prejudicados de boa-fé

Palavras-chave

Indenização; Dano moral a pessoa jurídica; Empresa; Lei anticorrupção nº 12.846/13; Negócio jurídico; Função social do contrato; Dever de boa-fé; Honra objetiva; Indemnification; Damage to a legal entity; Company; Clean Companies Act n. 12.846/13; Legal transaction; Social function of the contract; Duty of good faith; Objective honor

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Idioma

Português

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