A inaplicabilidade da teoria da imprevisão aos contratos de derivativos

Imagem de Miniatura

Autores

Santos, Rafael Gaspar dos

Orientador

Roque, Pamela Gabrielle Romeu Gomes

Co-orientadores

Citações na Scopus

Tipo de documento

Trabalho de Conclusão de Curso

Data

2017

Unidades Organizacionais

Resumo

O presente trabalho irá demonstrar a inaplicabilidade da teoria da imprevisão aos contratos de derivativos. Estes são sujeitos ao regime jurídico empresarial, eis que constituem insumos à atividade empresarial, sendo inaplicável o Código de Defesa do Consumidor. São aleatórios por possuírem o risco como causa de contratar, integrando a base objetiva do negócio, não sendo possível a revisão ou resolução pela teoria da base objetiva do negócio jurídico. A boa-fé objetiva não se confunde com a obrigação de aconselhar, de modo que a falta de diligência do administrador em entender os riscos inerentes aos derivativos contratados não caracteriza descumprimento da boa-fé objetiva pela outra parte. A teoria da imprevisão não é aplicável aos contratos aleatórios, exceto nos casos de álea extraordinária. Entende-se ser de difícil verificação prática a álea extraordinária nos contratos de derivativos, concluindo pela inaplicabilidade da teoria da imprevisão a eles.

Palavras-chave

Contratos de derivativos; Teoria da imprevisão; Teoria da base objetiva do negócio jurídico; Boa-Fé objetiva; Contratos aleatórios; Revisão e resolução por onerosidade excessiva; Derivative contracts; Theory of unpredictability; Theory of objective basis of legal business; Objective good faith; Aleatory contracts; Review and resolution by excessive charges

Titulo de periódico

URL da fonte

Título de Livro

URL na Scopus

Idioma

Português

Notas

Membros da banca

Área do Conhecimento CNPQ

Citação

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por