Pró-devedor ou Pró-credor? Medindo o Viés dos Juízes Brasileiros

dc.contributor.authorLuk-Tai Yeung, Luciana
dc.contributor.authorPAULO FURQUIM DE AZEVEDO
dc.coverage.cidadeSão Paulopt_BR
dc.coverage.paisBrasilpt_BR
dc.creatorLuk-Tai Yeung, Luciana
dc.date.accessioned2023-07-19T14:58:50Z
dc.date.available2023-07-19T14:58:50Z
dc.date.issued2011
dc.description.abstractQuando se acreditam que os juízes de um determinado país são politicamente enviesados, muitas previsões sombrias podem derivar daí. A literatura econômica apresenta controvérsias com relação à direção deste suposto viés, mas, de maneira geral, os economistas acreditam que as cortes brasileiras tendem a favorecer os devedores contra os devedores, o que pode levar a grandes desincentivos para os investimentos e para a concessão de crédito. Curiosamente, este debate controverso não tem sido acompanhado de uma análise empírica. Este artigo tem como objetivo testar a hipótese da existência do viés pró-devedor nas cortes brasileiras. Uma base contendo 1.687 decisões do STJ (Superior Tribunal de Justiça) referentes a dívidas privadas foi criada; estas decisões foram analisadas uma a uma, e suas variáveis regredidas através de um modelo logit. Os resultados indicam que o fenômeno do viés judicial é mais complexo do que implicado pelos trabalhos passados. Além disso, sua existência não foi confirmada pelos nossos dados empíricos.pt_BR
dc.description.otherWhen judges are believed to be politically biased, many nasty predictions may derive from it. Economic literature in Brazil shows some controversies over what is the direction of the bias, but mainly, economists believe that courts tend to favor debtors, leading to high disincentives for investment decisions and credit granting. Oddly, this controversial debate has never been accompanied by empirical data. This paper aims to test the hypothesis of the existence of a pro-debtor bias in Brazilian courts. A population of 1,687 decisions of the STJ (Superior Tribunal de Justiça) over private debts was analyzed case by case, and the variables were regressed in a logit model. Results indicate that the phenomenon of judicial bias is far more complex than authors have implied, and its existence, in any direction, was not confirmed by data.pt_BR
dc.format.extent26 p.pt_BR
dc.format.mediumDigitalpt_BR
dc.identifier.issueWPE 240/2011
dc.identifier.urihttps://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/5854
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherInsperpt_BR
dc.publisherIBMEC São Paulopt_BR
dc.relation.ispartofseriesInsper Working Paperpt_BR
dc.rights.licenseO INSPER E ESTE REPOSITÓRIO NÃO DETÊM OS DIREITOS DE USO E REPRODUÇÃO DOS CONTEÚDOS AQUI REGISTRADOS. É RESPONSABILIDADE DO USUÁRIO VERIFICAR OS USOS PERMITIDOS NA FONTE ORIGINAL, RESPEITANDO-SE OS DIREITOS DE AUTOR OU EDITORpt_BR
dc.subjectViéspt_BR
dc.subjectJudiciáriopt_BR
dc.subjectModelo logitpt_BR
dc.subject.keywordsBiaspt_BR
dc.subject.keywordsJudiciarypt_BR
dc.subject.keywordsLogit Modelpt_BR
dc.titlePró-devedor ou Pró-credor? Medindo o Viés dos Juízes Brasileirospt_BR
dc.typeworking paper
dspace.entity.typePublication
local.subject.cnpqCiências Sociais Aplicadaspt_BR
local.typeWorking Paperpt_BR
relation.isAuthorOfPublication25ce9242-4c33-4eb0-8fd6-db1b8dc52452
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