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Working Paper An investigation of the partial adjustment effect of Brazilian IPOs(2013) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Moita, Rodrigo Menon Simões; Castanho, Rafael PlantierInitial public offer (IPO) is an alternative for companies to finance investments, for families to sell part or the total of their stake, and for private equity to exit. Although bookbuilding process reduces information asymetry and underpricing in IPOs, global literature reports positive first day return. When the underwriter perceives high demand, he or she adjusts upward the offer price, but not the full fair price. This partial adjustment creates positive first day return, which is used to compensate informed investors for revealing truthful information during the pre deal period. We investigate Brazilian IPOs issued between 2004 and 2012 and find evidence of partial adjustment in Brazil. Pre-deal information predicts both, underpricing and the exercise of greenshoe option.Trabalho de Evento Uma Análise da Indústria Brasileira de Private Equity e Venture Capital nos últimos 30 anos(2014) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Kanitz, Ricardo; Bassani, RafaelTrabalho de Evento Uma análise dos investimentos feitos por fundos de private equity e venture capital em empresas brasileiras nos últimos 30 anos(2014) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDINão informadoArtigo Científico Analysis of multi-scale systemic risk in Brazil’s financial market(2014) ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Passos, Bruno Caio FernandoNeste trabalho, é analisado se a relação entre risco e retorno prevista pelo Capital Asset Pricing Model (CAPM) é válida no mercado brasileiro de ações, com base na decomposição discreta de ondaletas em diferentes escalas de tempo. Essa técnica permite analisar a relação em diferentes horizontes de tempo, desde o curto prazo (2 a 4 dias) até o longo prazo (64 a 128 dias). Os resultados apontam que entre os anos de 2004 e 2007 há uma relação negativa ou nula entre risco sistemático e retorno para o Brasil. Como o retorno excedente médio da carteira de mercado em relação ao ativo livre de risco no período foi positivo, seria esperado que essa relação fosse positiva, ou seja, que um maior risco sistemático resultasse em um maior retorno excedente, o que não ocorreu. Portanto, não se observou nesse período uma remuneração adequada pelo risco sistemático no mercado brasileiro. As escalas que apresentaram a relação risco e retorno mais significativas foram as três primeiras, correspondendo a horizontes de mais curto prazo. Em outras palavras, ao se tratar diferentemente ano a ano e, em consequência, separar prêmios positivos e negativos, encontra-se em alguns anos alguma relevância na relação risco retorno prevista pelo CAPM, mas que não persiste ao longo de todos os anos. Portanto, não há evidência suficientemente forte de que o apreçamento dos ativos segue o modelo.Working Paper Analysis of Multiscale Systemic Risk in Brazil’s(2010) ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Passos, BrunoThis work analyzes whether the relationship between risk and returns predicted by the Capital Asset Pricing Model (CAPM) is valid in the Brazilian stock market. The analysis is based on discrete wavelet decomposition on different time scales. This technique permits us to analyze the relationship between different time horizons, from short-term ones (2 to 4 days) to long-term ones (64 to 128 days). The results indicate that there is a negative or null relationship between systemic risk and returns for Brazil from 2004 to 2007. Because the average excess return of a market portfolio in relation to a risk-free asset during that period was positive, we should expect this relationship to be positive. That is, greater systematic risk should result in greater excess returns, which did not occur. Therefore, during that period, appropriate compensation for systemic risk was not observed in the Brazilian market. When the decompositions are analyzed year by year, the expected risk and return relationship is observed in 2004 and 2005, but is not observed in 2006 and 2007. Moreover, the scales that proved to be most significant to the risk-return ratio (the t statistic of the expected risk premium) and the R2 of the regression of returns and beta were the first three, which corresponded to short-term time horizons. In other words, when treating year-by-year results differently and consequently separating positive and negative premiums, we find that during some years, the risk-return relation predicted by the CAPM was somewhat relevant. However, this pattern did not persist during all years. Therefore, there is not enough strong evidence that asset pricing follows the model. There are other possible risk factors beyond the market portfolio that explain the risk-return ratio in Brazil.Capítulo de Livro Aplicação da teoria de opções reais na avaliação de pequena central hidrelétrica(2011) Fenolio, Lara Monteiro da Silva; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDITrabalho de Evento Aquecimento do Mercado Acionário no Brasil e Saídas de Invetimentos de Private Equity e Venture Capital(2017) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Rosatelli, Piero Lara; PRISCILA FERNANDES RIBEIROO objetivo desse trabalho é investigar como as condições do mercado acionário influenciam a saída dos investimentos realizados pelos fundos de PE e VC. A metodologia adotada para essa análise foi o modelo hazard semiparamétrico de Cox. O aquecimento do mercado acionário foi medido pelo número de IPOs e pelo índice de Preço Lucro médio do mercado. A condição de mercado aquecido, independente de qual métrica foi utilizada, aumenta substancialmente as taxas de saída em relação a momentos de não aquecimento. Quando medida por preço lucro alto, chega a aumentar as saídas de fundos de PE e VC em até 10 vezes, indicando que os gestores brasileiros fazem market timing na saída. Percebe-se também que saídas de investimentos de PE e de VC tem comportamentos bem distintos. Em VC, a taxa marginal de venda tem uma distribuição côncava, atingindo seu máximo entre 6,5 e 7,5 anos do investimento na carteira do fundo. Isso indica que os fundos de VC podem enfrentar dificuldade de vender investimentos que ficam muito mais tempo que isso na carteira. As taxas de saída de PE crescem monotonicamente, e se aceleram para investimentos que são mantidos na carteira por mais que 7,5 anos, indicando a pressão de saída sofrida pelas gestoras quando a vida do fundo se aproxima do vencimento, e que os fundos de PE não encontram dificuldade de vender os investimentos pelo fato de estarem há muito tempo na carteira.Artigo Científico Board Interlock or Private Equity funding? how Brazilian pre-IPO firms signal management quality(2016) CHARLES KIRSCHBAUM; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Borges, Emilia; Rossoni, LucianoArtigo Científico Comportamento do preço das ações em virtude da expiração do período de lock-up em IPOs e follow-ons(2021) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Talans, LoveleyO objetivo deste trabalho foi verificar os efeitos da expiração do lock-up no comportamento dos preços e volumes em IPOs e follow-ons no mercado brasileiro e identificar fatores que possam explicar a existência e magnitude de retornos anormais. Foram encontrados poucos trabalhos que investigassem esse fenômeno no Brasil, que se limitaram à análise de IPOs sem examinarem o efeito em follow-ons e à construção dos retornos anormais acumulados comparados ao Ibovespa, em vez de benchmarks apropriados ao risco de cada ação. Cláusulas de lock-up existem para mitigar o problema de assimetria informacional em ofertas públicas, mas expõem os investidores ao risco da queda de preço após sua expiração. Entender a magnitude desse impacto é importante para investidores do mercado acionário. Por meio da análise deste artigo, investidores poderão estimar a magnitude da variação de preço ao redor da expiração do lock-up, quais fatores explicam os retornos e se há indícios de limitações à venda a descoberto. Aplicou-se o método do estudo de eventos, comparando-se os retornos ao Ibovespa e a uma carteira de referência individual composta por companhias similares. Base de dados: 313 ofertas ocorridas na bolsa brasileira entre 2004 e 2019. Foram encontradas evidências de aumento de volume ao redor da expiração de lock-upem IPOs, mas a queda de preço foi verificada apenas nas empresas que tinham fundos de private equity como acionistas. Em follow-ons, em que a assimetria de informações sobre o emissor é menor, verificou-se situação inversa. Existem diversas extensões e formatos de lock-ups ao redor do mundo, que proporcionam diferentes impactos no volume e preço. Este artigo contribui com a literatura ao analisar esse evento no Brasil e estender a análise também para follow-ons. Uma possível interpretação para o fenômeno são as restrições ao short-selling no mercado brasileiro.Working Paper O comportamento do preço de IPOs ao redor do vencimento de lock-up(2014) Castro, Cristiano S.C. Monteiro de; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDIÉ comum que se encontre em ofertas públicas iniciais de ações cláusula de lock-up. Essa cláusula restringe a venda de ações de insiders após o lançamento do IPO durante um período estabelecido. Existem evidências internacionais de que há aumento do volume de negociação e queda de preço das ações ao redor do vencimento do período de lock-up. Diferentemente de mercados acionários internacionais, em que há apenas um único período de lock-up, geralmente de 180 dias, no Brasil a BM&FBOVESPA exige lock-up de 180 dias para 40% do volume ofertado e 360 dias para os 60% de volume remanescente. O intuito desse trabalho é analisar o comportamento de preço e volume de negociação de IPOs brasileiros ao redor do vencimento dos dois lock-ups. Foram analisados o comportamento de 116 ofertas públicas iniciais entre 2004 e 2012. Verifica-se que existe tanto queda nos preços quanto aumento do volume de negociação ao redor dos vencimentos dos lock-ups, mas observa-se que, diferentemente das evidências internacionais, a queda de preço é menor quando há a presença de fundos de Private Equity e Venture Capital na estrutura societária dos IPOs,Trabalho de Evento O comportamento do preço de IPOs ao redor do vencimento de lock-up(2014) Castro, Cristiano S. C. Monteiro de; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDIO presente estudo investiga se existe prêmio de risco liquidez no mercado acionário brasileiro, e como esse prêmio é afetado pela condição econômica do mercado. Foi analisado o período entre janeiro de 2000 a dezembro 2016. A metodologia adotada foi a regressão Fama MacBeth (1973), e utilizou-se um modelo de 5 fatores para explicar os retornos das ações brasileiras: excesso de retorno do Ibovespa (Mercado), tamanho (SMB), razão valor patrimonial sobre valor de mercado (HML), momento (WML) e liquidez. Foram utilizadas quatro proxies para mensurar liquidez: índice de negociabilidade, coeficiente de Amihud (razão retorno sobre volume proposto em Amihud, 2002), turnover padronizado e volume negociado. Os resultados indicam a existência do prêmio de liquidez médio de 0,68% ao mês quando se utiliza o coeficiente de Amihud e de 0,57% quando se utiliza o Índice de Negociabilidade. Foi constado que em momentos de declínio sistemático do Ibovespa, os prêmios de liquidez são maiores e não constatamos relações entre os prêmios de liquidez em momentos de aumento de desemprego.Artigo Científico Currency Impact in Brazilian PE/VC Deals’ Performance(2017) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Kanitz, Ricardo Vinicius; Bassani, Rafael Honorio; Schittkowski, Pedro RobeloBrazil is an emerging market that has attracted a lot of private equity (PE) and venture capital (VC) investment in the last 20 years. Foreign exchange rates fluctuated significantly during this period, as in many emerging markets. This article investigates the currency impact on Brazilian PE/VC deal performance during this period. Our main findings are that in the long run, currency risk is irrelevant, but it is substantial at the deal level and, depending on the vintage, also at the fund level. Funds raised in the beginning of a devaluation cycle have their performances significantly deteriorated by currency movements, and the opposite is true for funds raised in the beginning of a currency appreciation cycle. Although there is diversification across deals, depending on the vintage, some funds may not be able to diversify across cycles, and foreign exchange risk may affect funds’ performance and fees and may distort general partners’ track records.Working Paper O Desempenho de Ofertas Públicas Inicias de Empresas Brasileiras Financiadas por Fundos de Private Equity(2010) Ferrari, Guilherme Lopes; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDIFundos de Private Equity (PE) são investidores ativos que mantém acentos no Conselho de Administração, têm acesso e influenciam as decisões de executivos, exigem um maior número de informações gerenciais e profissionalização da empresa. Seria esperado que as empresas brasileiras que tiveram investimento de fundos de PE estivessem mais preparadas para enfrentar as demandas do mercado de capital quanto à profissionalização, governança e transparência e que isso resultasse em desempenho de Ofertas Públicas Inicias (IPO – Initial Public Offer) superiores do que empresas que não tiveram esse tipo de investidor. Nesse trabalho foram analisados retornos no primeiro dia (underpricing) e após 1 ano (longo prazo) da data de lançamento de IPOs ocorridos entre 2004 e 2008. Observou-se que em média os IPOs de empresas com PE têm underpricing menor do que das empresas sem PE. Além disso, a média dos retornos anormais acumulados dos IPOs de empresas com PE foi significativamente superior à média das empresas sem PE. Em ambos os casos, os retornos anormais acumulados de 1 ano foram negativos, e esse desempenho ruim foi explicado principalmente pelos IPOs das menores empresas. Os retornos anormais acumulados de longo prazo das empresas com PE estão positivamente correlacionados com o tamanho da organização gestora.Artigo Científico Determinação de rating de crédito de empresas brasileiras com a utilização de índices contábeis(2008) RINALDO ARTES; Damasceno, Danilo Luís; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDIEste trabalho tem dois objetivos diferentes, mas complementares: o primeiro deles é averiguar se as agências de avaliação de crédito vêm sendo mais severas nas análises de empresas brasileiras ao longo do tempo, conforme sugerido em alguns estudos efetuados para o mercado norte-americano. O segundo objetivo está relacionado ao desenvolvimento de uma metodologia de rating, baseada no modelo probito ordenado em painel, que seja capaz de prever, por meio da utilização de variáveis contábeis e indicadoras (dummies), o nível de rating para as companhias que não possuam avaliação alguma de crédito. Os resultados não apontaram evidências de que as agências de ratings vêm sendo mais rigorosas em suas análises das companhias brasileiras ao longo do tempo. Isso permitiu utilizar amostra do período de dezembro de 2000 a dezembro de 2005 para a previsão de ratings. As variáveis Lucro Líquido sobre o Total de Ativos (ROA), Dívida Total sobre o Total de Ativos (DT) e a variável indicadora de presença no Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa - IBOV) foram as que, conjuntamente, melhor explicaram os ratings no modelo proposto.Artigo Científico Determinação de ratings de crédito de unidades de negócios visando estimar o custo de capital de terceiros(2007) RINALDO ARTES; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Sanvicente, Antonio ZorattoTrabalho de Evento Determinantes da Velocidade de Chamada e Devolução de Capital em Fundos de Private Equity Brasileiros(2021) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Santos, João Vitor Aparecido dosInvestimentos em Private Equity (PE) cresceram no Brasil ao longo das últimas décadas. Diferentemente de aplicações em ativos negociados em bolsa de valores, o investidor se compromete em alocar um determinado volume de capital, que é chamado ao longo de 3 a 5 anos, de acordo com o ritmo de investimento. O recurso é investido em empresas geralmente fechadas, e mantido durante um determinado período de anos suficiente para o gestor de PE implementar a tese de criação de valor. É distribuído para o investidor apenas quando há venda da posição acionária na empresa. O investidor de PE precisa, portanto, se planejar para ter liquidez para honrar as chamadas de capital, e entender em que velocidade terá seus recursos de volta para cumprir as obrigações com seus patrocinadores. Investidores tradicionais de PE investem em fundos de diferentes safras, e parte das distribuições de capital são realocadas em novos fundos. O objetivo desse estudo é entender o padrão de chamadas e devoluções de capital de PE no Brasil, analisando fatores que aceleram ou retardam o ritmo dessas chamadas e devoluções de capital. Analisamos 277 fundos registrados na CVM entre 2005 e 2017, e adotamos o modelo Hazard Proportional de Cox para investigar como fatores de mercado, da gestora de PE e específicos do fundo impactam na velocidade de chamadas e devolução de capital. Os resultados indicam que o volume de recursos distribuído supera o chamado apenas após o quinto ano de vida dos fundos. A desvalorização cambial foi o principal fator que acelerou as chamadas e desacelerou as devoluções, e a velocidade de devolução para fundos de safras mais recentes é maior do que de safras mais antigas.Artigo Científico Does Private Equity Investment Work as a Quality Certification for IPOs in Brazil?(2010) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Tavares, Pedro Carvalho AraujoBrazil faced an IPO wave in the last four years, and many Private Equity deals went public. The aim of this paper is to investigate whether private equity backed IPOs performed better in the long run than non-private equity backed firms. We examined the one year cumulative abnormal returns of 53 Brazilian IPOs from January 2004 to February 2007. Our results provide evidences that PE investment works as a quality certification for IPOs in Brazil. One possible interpretation is that Brazilian PE funds have a value creation role in the portfolio companies, preparing them better for public market.Trabalho de Evento Either Board Interlock hiring or Private Equity funding: how Brazilian pre-IPO firms signal management quality(2015) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Silva, Emília Borges da; CHARLES KIRSCHBAUM; Rossoni, LucianoPre-IPO firms strive to perform the required changes before opening its capital to the stock market. Among these changes, firms perform operational and strategic shifts, as well as incorporate corporate governance practices. In order to cope with these changes, pre-IPO firms usually attempt to attract professionals and firms that will both help them throughout this trajectory. Because internal changes will not have an immediate impact, market actors must rely on the firm’s signals in order to infer quality, given the inherit asymmetry of information. Throughout this paper, we espouse the ‘signaling theory’ in order to propose that pre-IPO firms will try to choose the most efficient signals in order to increase the odds of post-IPO abnormal results. Specifically, we test two signals: association to private equity firms and attraction of central board members from the board interlock community. We tested these hypotheses for Brazilian IPOs from 2004 to 2013. While the association to private equity firms increased the odds of post-IPO performance for all sample, betweenness (information flow) and participation in other boards (degree) hypotheses were supported only for those firms without private equity funding. These results suggest that, for the Brazilian context, attracting board members from the interlock community is a second-best strategy, when compared to being associated to a private equity firm.Trabalho de Evento EMPRESAS INVESTIDAS POR FUNDOS DE PRIVATE EQUITY NO BRASIL: Lições aprendidas(2017) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; GUILHERME FOWLER DE AVILA MONTEIRO; Penno, Luiz; Batista, Diego; Vizeu, DéboraTrabalho de Evento Entrepreneurial Governance in Private Equity Investments: an Emerging Market Perspective(2018) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; GUILHERME FOWLER DE AVILA MONTEIRO; Penno, LuizWe investigate the different forms of entrepreneurial governance in private equity investments in emerging markets. Our research design is a multi-case, inductive study that uses field data to assess the full cycle of private equity investment in forty companies. We find that private equity firms can adopt four distinct entrepreneurial governance structures along two main dimensions: minority versus majority investments and active versus passive investor role. We analyze the main characteristics of these governance structures and discuss the main drivers that influence its adoption. Overall, our central contribution is enlarging the study of private equity governance in fragile institutional environments.