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  • Artigo Científico
    A sobrevivência de empresas nascentes no estado de São Paulo: um estudo sobre capital humano, capital social e práticas gerenciais
    (2010) RINALDO ARTES; Hashimoto, Marcos; Lazzarini, Sérgio Giovanetti; Mizumoto, Fábio Matuoka; Bedê, Marcos Aurélio
    A literatura tem descrito que firmas menores e mais jovens têm, em geral, maior risco de fechamento do que empresas maiores e já estabelecidas em seu setor. O objetivo da pesquisa aqui relatada foi examinar empiricamente o impacto de três fatores que podem prolongar a sobrevivência de empresas nascentes: o capital humano do empreendedor, seu capital social e a adoção práticas gerenciais após a nova firma ser aberta. Com base na amostra de 1.961 empresas abertas e registradas na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) entre os anos de 1999 e 2003, realizou-se um estudo de cunho quantitativo para verificar a probabilidade de sobrevivência dessas empresas. Algumas variáveis mostraram-se estatisticamente significantes para explicar a probabilidade de sobrevivência da empresa nascente - dentre elas, o grau de escolaridade do empreendedor e da sua preparação prévia antes de abrir o negócio (relacionados a seu capital humano), a existência de pessoas na família com negócios similares (relacionada a seu capital social) e, principalmente, a adoção de práticas gerenciais tais como a busca de antecipar acontecimentos e a procura por informações relevantes. Esses resultados ressaltaram a necessidade de considerar elementos de diferentes abordagens teóricas visando explicar as chances de sobrevivência de novos empreendimentos.
  • Working Paper
    Mortalidade de empresas: o impacto do capital humano, capital social, práticas gerenciais e gênero do empreendedor
    (2018) RINALDO ARTES; Bertolami, Mariana Carvalho e Silva; Lazzarini, Sérgio Giovanetti; Hashimoto, Marcos; Gonçalves, Pedro João
    Nesse artigo analisa-se, a influência do capital humano do empreendedor, o seu capital social e a adoção de práticas gerenciais na sobrevivência das empresas em seus primeiros anos de atividade. De forma inédita, verifica-se como o efeito desses fatores varia de acordo com o gênero do empreendedor (masculino ou feminino). Usando uma base de 2.000 empresas cadastradas na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), entre 2003 e 2007, o presente estudo utilizou dois modelos econométricos para mensurar o efeito dessas variáveis na sobrevivência de empresas nascentes. Os resultados sugerem que a adoção de práticas gerenciais e alguns aspectos ligados ao capital humano do empreendedor podem favorecer a sobrevivência da empresa. O efeito de competências superiores e capital social foram maiores no caso de mulheres do que de homens. Uma explicação para esse resultado se deve ao fato de que as motivações individuais, comportamentos e papéis de homens e mulheres na sociedade são distintos. Empreendedoras mulheres, por exemplo, têm maiores barreiras para o crescimento, já que devem conciliar atividades domésticas com formação profissional.
  • Working Paper
    O Impacto de Capital Humano, Capital Social e Práticas Gerenciais na Sobrevivência de Empresas Nascentes: um Estudo com Dados de Pequenas Empresas no Estado de São Paulo
    (2008) Mizumoto, Fabio Matuoka; RINALDO ARTES; SERGIO GIOVANETTI LAZZARINI; Hashimoto, Marcos; Bedê, Marco Aurelio
    A literatura tem encontrado que firmas menores e mais jovens têm, em geral, maior risco de fechamento do que empresas maiores e já estabelecidas no seu setor. O objetivo da nossa pesquisa é examinar empiricamente o impacto de três fatores que podem prolongar a sobrevivência de empresas nascentes: o capital humano do empreendedor, o seu capital social, e a adoção práticas gerenciais após a nova firma ser aberta. Com base na amostra de 1.961 empresas abertas e registradas na JUCESP (Junta Comercial do Estado de São Paulo) entre os anos de 1999 e 2003, realizamos um estudo de cunho quantitativo para examinar a probabilidade de sobrevivência destas empresas. Algumas variáveis se mostraram estatisticamente significantes para explicar a probabilidade de sobrevivência da empresa nascente – dentre elas, o grau de escolaridade do empreendedor e sua preparação prévia antes de abrir ao negócio (relacionados ao seu capital humano), a existência de pessoas na família com negócios similares (relacionada ao seu capital social) e, principalmente, a adoção de práticas gerenciais tais como a busca de antecipar acontecimentos e a procura por informações relevantes. Estes resultados ressaltam a necessidade de considerar elementos de diferentes abordagens teóricas visando explicar as chances de sobrevivência de novos empreendimentos.