O Impacto de Capital Humano, Capital Social e Práticas Gerenciais na Sobrevivência de Empresas Nascentes: um Estudo com Dados de Pequenas Empresas no Estado de São Paulo
N/D
Autores
Mizumoto, Fabio Matuoka
Hashimoto, Marcos
Bedê, Marco Aurelio
Orientador
Co-orientadores
Citações na Scopus
Tipo de documento
Working Paper
Data
2008
Resumo
A literatura tem encontrado que firmas menores e mais jovens têm, em geral, maior risco de
fechamento do que empresas maiores e já estabelecidas no seu setor. O objetivo da nossa pesquisa é
examinar empiricamente o impacto de três fatores que podem prolongar a sobrevivência de empresas
nascentes: o capital humano do empreendedor, o seu capital social, e a adoção práticas gerenciais após
a nova firma ser aberta. Com base na amostra de 1.961 empresas abertas e registradas na JUCESP
(Junta Comercial do Estado de São Paulo) entre os anos de 1999 e 2003, realizamos um estudo de
cunho quantitativo para examinar a probabilidade de sobrevivência destas empresas. Algumas variáveis
se mostraram estatisticamente significantes para explicar a probabilidade de sobrevivência da empresa nascente – dentre elas, o grau de escolaridade do empreendedor e sua preparação prévia antes de abrir
ao negócio (relacionados ao seu capital humano), a existência de pessoas na família com negócios
similares (relacionada ao seu capital social) e, principalmente, a adoção de práticas gerenciais tais
como a busca de antecipar acontecimentos e a procura por informações relevantes. Estes resultados
ressaltam a necessidade de considerar elementos de diferentes abordagens teóricas visando explicar as
chances de sobrevivência de novos empreendimentos.
Palavras-chave
empreendedorismo; capital social; capital humano; sobrevivência de empresas.
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Idioma
Português
Notas
Membros da banca
Área do Conhecimento CNPQ
Ciências Sociais Aplicadas