Mortalidade de empresas: o impacto do capital humano, capital social, práticas gerenciais e gênero do empreendedor

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Autores

Bertolami, Mariana Carvalho e Silva
Lazzarini, Sérgio Giovanetti
Hashimoto, Marcos
Gonçalves, Pedro João

Orientador

Co-orientadores

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Tipo de documento

Working Paper

Data

2018

Unidades Organizacionais

Resumo

Nesse artigo analisa-se, a influência do capital humano do empreendedor, o seu capital social e a adoção de práticas gerenciais na sobrevivência das empresas em seus primeiros anos de atividade. De forma inédita, verifica-se como o efeito desses fatores varia de acordo com o gênero do empreendedor (masculino ou feminino). Usando uma base de 2.000 empresas cadastradas na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), entre 2003 e 2007, o presente estudo utilizou dois modelos econométricos para mensurar o efeito dessas variáveis na sobrevivência de empresas nascentes. Os resultados sugerem que a adoção de práticas gerenciais e alguns aspectos ligados ao capital humano do empreendedor podem favorecer a sobrevivência da empresa. O efeito de competências superiores e capital social foram maiores no caso de mulheres do que de homens. Uma explicação para esse resultado se deve ao fato de que as motivações individuais, comportamentos e papéis de homens e mulheres na sociedade são distintos. Empreendedoras mulheres, por exemplo, têm maiores barreiras para o crescimento, já que devem conciliar atividades domésticas com formação profissional.

Palavras-chave

mortalidade de pequenas empresas; capital humano; capital social; práticas gerenciais; empreendedoras mulheres

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Idioma

Português

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Ciências Humanas

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