Relação entre Investidores e Gestores de Fundos de Private Equity no Brasil
dc.contributor.author | ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI | |
dc.contributor.author | Rossi Júnior, José Luiz | |
dc.contributor.author | Santos, Ana Carolina Teresa Ramos de Oliveira | |
dc.coverage.cidade | São Paulo | pt_BR |
dc.coverage.pais | Brasil | pt_BR |
dc.creator | Rossi Júnior, José Luiz | |
dc.creator | Santos, Ana Carolina Teresa Ramos de Oliveira | |
dc.date.accessioned | 2023-07-25T17:23:39Z | |
dc.date.available | 2023-07-25T17:23:39Z | |
dc.date.issued | 2013 | |
dc.description.abstract | A relação entre investidores de fundos de private equity, também denominados cotistas ou limited partners (LP) e gestores, também denominados general partners (GP) é de longo prazo, superando muitas vezes 10 anos. Para criar valor para os investidores, os gestores precisam identificar e estruturar bons investimentos, monitorálos e gerar boas saídas. A relação entre GP e LP traz várias situações de potenciais conflitos de interesse, pois os GPs têm muito mais informações sobre a carteira do que os LP. Por isso há a necessidade de mecanismos que alinhem os interesses de GP e LP e previnam comportamento oportunístico por parte do GP. A transparência nas decisões e desempenho dos fundos de Private Equity, assim como a governança que rege a função fiduciária dos GPs são outros aspectos importantes na relação. O objetivo desse trabalho é retratar como a indústria de private equity têm tratado dos conflitos de interesse e quais são as tendências em contratos futuros. Para isso foram analisados as diretrizes da ILPA (Institutional Limited Partners Association) e do AIFM (Alternative Investment Fund Managers), um relatório de discussão sobre Private Equity do FSA (Financial Services Authority, o órgão regulador financeiro do Reino Unido), a instrução 391 da CVM, uma pesquisa realizada por Gompers e Lerner (2001 e 2006) sobre 140 contratos de parcerias norte americanas. As diretrizes da ILPA procuram definir melhores práticas em Private Equity, mas não tem poder regulatório. As diretrizes do AIFM é uma proposta de lei da União Européia para colocar fundos hedge e de private equity sob a supervisão do órgão regulador da União Européia. O FSA é o órgão regulador financeiro do Reino Unido. Além disso, analisamos 27 contratos de FIPs brasileiros caracterizados como fundos de Private Equity. Maiores detalhes sobre essa análise podem ser obtidas nos anexos. O texto foi organizado em três seções: mecanismos de alinhamento, governança e transparência. | pt_BR |
dc.format.extent | 18 p. | pt_BR |
dc.format.medium | Digital | pt_BR |
dc.identifier.issue | WPE 315/2013 | |
dc.identifier.uri | https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/5954 | |
dc.language.iso | Português | pt_BR |
dc.publisher | Insper | pt_BR |
dc.relation.ispartofseries | Insper Working Paper | pt_BR |
dc.rights.license | O INSPER E ESTE REPOSITÓRIO NÃO DETÊM OS DIREITOS DE USO E REPRODUÇÃO DOS CONTEÚDOS AQUI REGISTRADOS. É RESPONSABILIDADE DO USUÁRIO VERIFICAR OS USOS PERMITIDOS NA FONTE ORIGINAL, RESPEITANDO-SE OS DIREITOS DE AUTOR OU EDITOR | pt_BR |
dc.title | Relação entre Investidores e Gestores de Fundos de Private Equity no Brasil | pt_BR |
dc.type | working paper | |
dspace.entity.type | Publication | |
local.subject.cnpq | Ciências Sociais Aplicadas | pt_BR |
local.type | Working Paper | pt_BR |
relation.isAuthorOfPublication | 4f89a841-117c-473d-8798-96eb2d9ce1cf | |
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery | 4f89a841-117c-473d-8798-96eb2d9ce1cf |