A síndrome do “não inventado aqui” e a hierarquia como antecedente do fenômeno nos processos intraorganizacionais

dc.contributor.advisorBarros, Henrique Machado
dc.contributor.authorCorreia Junior, Wanderley
dc.coverage.spatialS�o Paulopt_BR
dc.creatorCorreia Junior, Wanderley
dc.date.accessioned2021-09-13T03:10:55Z
dc.date.accessioned2016-05-07T16:47:20Z
dc.date.available2021-09-13T03:10:55Z
dc.date.available2015
dc.date.available2016-05-07T16:47:20Z
dc.date.issued2015
dc.date.submitted2015
dc.description.abstractO conhecimento é a matéria prima da inovação e a partir dos anos noventa passou a ser entendido como a principal fonte de vantagem econômica para as empresas. Ao voltar as atenções para a questão do conhecimento, inúmeros estudos se depararam com problemas relacionados à sua transmissão. Dentre estes problemas, a síndrome do “não inventado aqui” ficou bastante conhecida e é frequentemente lembrada pelos profissionais que atuam na área de inovação por indicar a tendência que um grupo tem de rejeitar ideias externas a si. Apesar de bastante conhecida e citada, a síndrome do “não inventado aqui” recebeu pouca atenção na literatura acadêmica, principalmente na avaliação da sua dimensão intraorganizacional, ou seja, na rejeição da transferência do conhecimento entre departamentos e áreas de uma mesma empresa. A escassez de estudos quantitativos deste fenômeno, associado a indicações de maior valorização do conhecimento externo pelos grupos, em função da maior raridade que este apresenta, põem em questão a própria existência da síndrome. O presente estudo se debruçou sobre este tema e usando a base de dados oriunda de um programa de gerenciamento de ideias constatou a prevalência do fenômeno. Mais que apresentar evidências quantitativas para a existência da síndrome do não inventado aqui, o estudo contribuiu, também, apontando a hierarquia como um antecedente do fenômeno nos processos intraorganizacionais. Entendida como fonte de poder legítimo baseada na autoridade formal, o estudo aponta que a hierarquia pode tanto aumentar como reduzir a incidência da síndrome dependendo de qual é o fluxo de conhecimento seguido em relação a origem e destino do mesmo na estrutura organizacional. Assim, quando uma ideia é originada num nível hierárquico maior dentro da organização e é encaminhada para um nível abaixo na estrutura, observa-se uma diminuição na ocorrência da síndrome, contudo, quando uma ideia é gerada num nível organizacional inferior àquele para qual a ideia é destinada, então o que se observa é o oposto, ou seja, um aumento da síndrome com uma maior rejeição das ideias propostas.pt_BR
dc.format.extent48 p.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/1343
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.uriTODOS OS DOCUMENTOS DESSA COLEÇÃO PODEM SER ACESSADOS, MANTENDO-SE OS DIREITOS DOS AUTORES PELA CITAÇÃO DA ORIGEMpt_BR
dc.subjectInovaçãopt_BR
dc.subjectSíndrome do “Não Inventado Aqui”pt_BR
dc.subjectTransferência do Conhecimentopt_BR
dc.subjectBarreiras à Inovaçãopt_BR
dc.subjectInnovationpt_BR
dc.subject“Not Invented Here” Syndromept_BR
dc.subjectKnowledge Transferpt_BR
dc.subjectBarriers to Innovationpt_BR
dc.titleA síndrome do “não inventado aqui” e a hierarquia como antecedente do fenômeno nos processos intraorganizacionaispt_BR
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
local.contributor.boardmemberPRISCILA FERNANDES RIBEIRO
local.contributor.boardmemberBurcharth, Ana Luiza
local.typeDissertaçãopt_BR
relation.isBoardMemberOfPublication8f894832-a160-4d08-b6cb-8b4563323c42
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