Considerações a respeito das ações superpreferenciais

dc.contributor.advisorKleindienst, Ana Cristina Von Gusseck
dc.contributor.authorMisawa, Henrique Tetsuaki Matsura
dc.coverage.spatialSão Paulopt_BR
dc.creatorMisawa, Henrique Tetsuaki Matsura
dc.date.accessioned2019-10-09T19:30:43Z
dc.date.accessioned2021-09-13T02:16:27Z
dc.date.available2017
dc.date.available2019-10-09T19:30:43Z
dc.date.available2021-09-13T02:16:27Z
dc.date.issued2017
dc.date.submitted2017
dc.description.abstractO cenário econômico brasileiro tem sido bastante complicado nos últimos anos. O crescimento da economia nacional vivenciado até meados do primeiro mandato da ex-presidente Dilma Roussef (entre 2011 e 2014) começou a dar lugar a uma situação de recessão sombria, aumento do desemprego, inflação elevada, etc. Aliada a tal retração econômica está o fato de que o mercado brasileiro, de um modo geral, está cada vez mais complexo e com um elevado aumento da competitividade entre empresas do mesmo setor. Dessa forma, tornou-se uma prioridade para as grandes companhias nacionais buscar recursos/investimentos para conseguirem despontar no mercado. Com a dificuldade de obtenção de investimentos nacionais devido à recessão no país, empresas como a Azul S.A. (“Azul”) e a Gol Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (“GOL”) – cujos casos serão objeto de estudo neste trabalho – trataram de encontrar soluções para aumentar a atratividade do capital estrangeiro, não obstante a restrição imposta às empresas de aviação de participação de apenas 20% de investimentos estrangeiros. Uma de tais soluções foi justamente a tentativa de emissão de ações superpreferenciais, que têm a mesma natureza das ações preferenciais “comuns”, porém com privilégios econômicos extremamente elevados. No caso da Azul, tais ações, apesar de custarem 75 vezes o preço de uma ação ordinária, teriam direito ao recebimento de valores 75 vezes o valor dos dividendos distribuídos às ações ordinárias, bem como 75 vezes o valor atribuído às ações ordinárias em caso de liquidação da companhia. No caso da GOL, o raciocínio é o mesmo, porém o valor é um pouco menor: 35 vezes. Este é o pano de fundo das ações superpreferenciais, as quais tomaram notoriedade justamente devido à tentativa da Azul em introduzi-las no mercado em sua primeira tentativa de abertura de capital em 24.05.2013, bem como no sucesso da GOL em sua implementação em 23.03.2015 e da própria Azul em 07 de abril de 2017.pt_BR
dc.description.otherThe Brazilian economic scenario has been very complicated during the past few years. The growth of the national economy occurred until the mid of the first term of office of former president Dilma Roussef (between 2011 and 2014), and then it began to make leave to a situation of severe recession, increase of the unemployment, high inflation, etc. In parallel to such economic retraction, there is also the fact that the Brazilian market, in general, has become more complex and with a high increase of the competition between companies of the same sector. Therefore, it has become a priority for big national companies to seek resources/investments in order to thrive in the market. In view of the difficulty of attainment of national investments pursuant to the country’s recession, companies like Azul S.A. (“Azul”) and Gol Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (“GOL”) – which cases will be object of the study of this paper – began to try to find solutions in order to increase the attractiveness of foreign capital, notwithstanding the restriction imposed to civil aviation companies to have the participation of only twenty percent of foreign investments. One of such solutions was precisely the attempt to issue superpreferred shares, which have the same nature as “common” preferred shares, but have extremely high economic privileges. In Azul’s case, such shares, although they would cost seventy-five times the price of an ordinary share, they would be entitled to receive dividends seventy-five times higher than an ordinary share, as well as seventy-five times the amount attributed to ordinary shares in case of the liquidation of the company. In GOL’s case, the rationale is the same, but the amont is slightly lower: thirty-five times. This is the background of the superpreferred shares, which have received notoriety precisely because of Azul’s attempt to introduce them in the market in its first attempt to go public, as well as in GOL’s success to implement it on March 23, 2015, and Azul’s on April 7, 2017.pt_BR
dc.format.extent64 f.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/2462
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.uriTODOS OS DOCUMENTOS DESSA COLEÇÃO PODEM SER ACESSADOS, MANTENDO-SE OS DIREITOS DOS AUTORES PELA CITAÇÃO DA ORIGEM.pt_BR
dc.subjectAções superpreferenciais; Azul; GOL.pt_BR
dc.titleConsiderações a respeito das ações superpreferenciaispt_BR
dc.typebachelor thesis
dspace.entity.typePublication
local.contributor.boardmemberKleindienst, Ana Cristina Von Gusseck
local.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR

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