Combinando Bibliotecas de Anúncios com Checagem de Fatos para Aumentar a Transparência sobre a Desinformação

dc.contributor.authorIVAR ALBERTO GLASHERSTER MARTINS LANGE HARTMANN
dc.coverage.cidadeSão Paulopt_BR
dc.coverage.paisBrasilpt_BR
dc.date.accessioned2022-12-12T15:02:24Z
dc.date.available2022-12-12T15:02:24Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractAinda que muitas pessoas associem fake news a políticos, um componente fundamental da atual crise de desinformação ameaçando democracias é o fenômeno de sites que produzem desinformação por razões comerciais. Pessoas e organizações sem escrúpulos lucram emulando o estilo de comunicação de veículos de imprensa tradicionais, mas sem o esforço para cumprir diretrizes jornalísticas básicas na produção de informação verídica. A razão pela qual esse modelo de negócios é viável é que uma parcela crescente do dinheiro para anúncios é alocada por algoritmos. Veículos obscuros não atrairiam receita substancial de propaganda se as empresas estivessem tomando decisões individualizadas sobre onde colocar seus anúncios. Mas o micro direcionamento removeu o incentivo dos anunciantes de associar sua marca somente a fontes de notícias com boa reputação. Em substituição ao antigo modelo, agora as empresas anunciantes recebem uma oferta de grupos demográficos cuidadosamente demarcados e tomam decisões baseadas em quem atingir com a propaganda, em vez de decisões sobre qual site patrocinar. Decisões automatizadas de alocação de anúncios podem ser obscuras até para os próprios anunciantes. Este artigo adota metodologia teórica para identificar uma possível solução para mitigar o problema. O resultado encontrado é de que uma resposta regulatória que criasse mais transparência para os anúncios algorítmicos, assim realinhando os incentivos dos anunciantes, negaria receita de propaganda a publicadores de desinformação prejudicial. A melhor forma de alcançar esse objetivo é fornecer às empresas anunciantes e ao público em geral um conjunto de dados detalhados em larga escala sobre gastos com propaganda que seja cruzado com bases de dados de checagem de fatos.pt_BR
dc.description.notesTexto completopt_BR
dc.description.otherWhile most people might associate fake news with politicians, a substantial component of the current misinformation crisis threatening democracies is websites producing misinformation for commercial reasons. Unscrupulous players profit by emulating the communication style of traditional news outlets, but without going through the effort of applying journalistic guidelines to produce accurate information. The reason this business model is viable is that an increasingly large share of advertising money is allocated by algorithms. Shady publishers would not attract substantial revenue if companies were making individualized choices of where to place their ads. But microtargeting has removed advertisers’ incentive to associate their brand solely with reputable news sources. Instead, companies are served neatly carved demographics, and make decisions based on who to target, rather than which website to sponsor. Automated decisions on ad placement can be obscure even to advertisers themselves. This paper adopts theoretical methodology to identify a possibly solution to mitigate the problem. The main finding is that a regulatory response which introduced more transparency to programmatic advertising, thus realigning the incentives of advertisers, would deny ad revenue to harmful misinformation publishers. The best way to achieve this is to provide companies, and the public, with access to large scale, detailed data on advertising spending that is cross-referenced against databases of fact-checked content.pt_BR
dc.format.extentp. 460-485pt_BR
dc.format.mediumDigitalpt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.11117/rdp.v18i99.5741pt_BR
dc.identifier.issn2236-1766pt_BR
dc.identifier.issue99pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/4910
dc.identifier.volume18pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherAASPpt_BR
dc.relation.ispartofRevista Direito Público (RDP)pt_BR
dc.rights.licenseO INSPER E ESTE REPOSITÓRIO NÃO DETÊM OS DIREITOS DE USO E REPRODUÇÃO DOS CONTEÚDOS AQUI REGISTRADOS. É RESPONSABILIDADE DOS USUÁRIOS INDIVIDUAIS VERIFICAR OS USOS PERMITIDOS NA FONTE ORIGINAL, RESPEITANDO-SE OS DIREITOS DE AUTOR OU EDITORpt_BR
dc.subjectFake newspt_BR
dc.subjectdesinformaçãopt_BR
dc.subjectregulação de plataformaspt_BR
dc.subjectLiberdade de expressãopt_BR
dc.subjectanúncios algorítmicospt_BR
dc.subject.keywordsFake newspt_BR
dc.subject.keywordsmisinformationpt_BR
dc.subject.keywordsplatform regulationpt_BR
dc.subject.keywordsfreedom of expressionpt_BR
dc.subject.keywordsalgorithmic advertisingpt_BR
dc.titleCombinando Bibliotecas de Anúncios com Checagem de Fatos para Aumentar a Transparência sobre a Desinformaçãopt_BR
dc.title.alternativeCombining Ad Libraries with Fact Checking to Increase Transparency of Misinformationpt_BR
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
local.identifier.sourceUrihttps://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/5741
local.subject.cnpqCiências Sociais Aplicadaspt_BR
local.typeArtigo Científicopt_BR
relation.isAuthorOfPublication221c37b6-13b7-4ac8-a131-6abd42eb8ef7
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