Bourdieu e Institucionalistas: jogo de luzes e sombras

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2012

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Resumo

O Neo-Institucionalismo Sociológico e a teoria de Bourdieu vêm sendo colocadas como antípodas nas análises de vários pesquisadores em Estudos Organizacionais no Brasil. Embora esses estudos vêm iluminando aspectos importantes de diálogo e dissociação entre esses corpos teóricos, algumas posições em processo de consagração merecem revisão. Esse artigo reabre essa discussão em diálogo direto com Misoczky (2003). A análise salienta conceitos que são importantes tanto para Bourdieu quanto para neo-institucionalistas: por exemplo, a dimensão simbólico-cognitiva e o conceito de legitimidade (ainda que tratadas de formas diversas). Aspectos como reprodução social e homogeneidade são revisitados em ambas as teorias: em Bourdieu há um grau de reprodução social maior do que admitido por Misoczky, enquanto a dimensão de mudança nos institucionalistas não ganha a devida atenção. O artigo segue com diversas sugestões de contribuições cruzadas: a noção de poder e interesse de Bourdieu vem sendo articulada por neo-institucionalistas, enquanto as noções de tradução, analogia e multi-vocalidade, operacionalizadas pelos neo-institucionalistas, podem contribuir com o projeto de Bourdieu. Em conclusão, evoca-se as vantagens de resistir ao paroquialismo teórico.

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