A UTILIZAÇÃO DE LIBRAS NO AMBIENTE ESCOLAR PARA CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO SURDAS

dc.contributor.authorLopes, Raquel Aparecida
dc.contributor.authorAmato, Cibelle Albuquerque de La Higuera
dc.creatorLopes, Raquel Aparecida
dc.creatorAmato, Cibelle Albuquerque de La Higuera
dc.date.accessioned2024-10-11T18:24:53Z
dc.date.available2024-10-11T18:24:53Z
dc.date.issued2021
dc.descriptionObras disponível para download na fonte
dc.description.abstractA condição de indivíduos com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo) Surdos é caracterizada pelos déficits relacionados ao transtorno e a ausência da audição, que frequentemente ocasionam incapacidades em desenvolver comunicação. Embora o quadro possa gerar comprometimentos, esses indivíduos podem se beneficiar de algumas estratégias no ambiente escolar quando adequadas às suas necessidades comunicativas. O estudo tem como objetivo verificar em um grupo de professores a possibilidade do uso da LibrasLíngua Brasileira de Sinais - como estratégia comunicativa de alunos com TEA Surdos, bem como identificar suas opiniões sobre qual escola seria mais adequada para o desenvolvimento de suas habilidades. Utilizou-se como instrumento de pesquisa um questionário tipo survey exploratório de abordagem quanti-qualitativa acessado na plataforma https://docs.google.com, com a participação de 38 professores que atuam nas EMEBS - Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos e em escolas regulares polos de atendimento inclusivos e bilíngues para Surdos. Foram conduzidas análises descritivas de percentual. Os resultados revelam que a libras é utilizada como principal estratégia na comunicação dos alunos em sala de aula (86,8%), e que esses professores combinam diferentes tipos de métodos de comunicação, como por exemplo, a utilização da Libras com o Pecs (55,3%), Gestos (39,5%), Fala Sinalizada (36,8%) e escrita (26,3%). Metade da amostra (50%) considera que alunos com TEA surdos apresentam um ritmo diferente na aquisição dos sinais, mas que a língua é um instrumento eficaz na comunicação (92,1%). Dos 38 professores (47,4%) concordam que esses alunos se desenvolveriam melhor nesses ambientes bilíngues se não estivessem inseridos em salas conjuntas, (28,9%) afirmam que deveriam estudar em sala de aula conjunta com os Surdos, no entanto, para (23,7%) esses alunos deveriam ser incluídos em escolas regulares de ensino. O estudo possibilitou a partir da opinião dos professores, evidenciar a libras como uma alternativa de comunicação que pode fazer parte das adaptações curriculares para alunos com TEA Surdos.pt
dc.description.abstractThe condition of deaf individuals with ASD (Autism Spectrum Disorder) is Fundamentos Científicos e Prática Clínica em Fonoaudiologia Capítulo 11 120 characterized by deficits related to the disorder and the absence of hearing, which often lead to inability to develop communication. Although these conditions may generate impairments, these individuals may benefit from some strategies in the school environment when appropriate to their communicative needs. The study aims to verify, in a group of teachers, the possibility of using Brazilian Sign Language as a communicative strategy of deaf ASD students, as well as to identify their opinions on which school would be most suitable for the development of their skills. The research instrument used was an exploratory survey questionnaire with a quantitative and qualitative approach, accessed on the platform https://docs.google.com, with the participation of 38 teachers, who work in the Municipal Bilingual Education Schools for the deaf and in the bilingual center for deaf children in the regular schools. Descriptive percentage analyzes were conducted. The results show that Brazilian Sign Language is used as the main strategy for classroom communication (86.8%), and that these teachers combine different types of communication methods, such as the use of Brazilian Sign Language with Pecs (55.3%), gestures (39.5%), signaled speech (36.8%) and writing (26.3%). Half of the sample (50%) considers that deaf ASD students have a different rate of signal acquisition, but that language is an effective communication tool (92.1%). Thirty eight teachers (47.4%) agree that these students would develop better in these bilingual environments, if they were not in a shared classroom, (28.9%) said they should study in a classroom with the deaf, however, 23.7% of them believe that these students should be included in regular schools. The study allowed, from the teacher´s viewpoint, to highlight Brazilian Sign Language as a communication alternative that may be part of the curriculum adaptations for deaf ASD students.en
dc.formatDigital
dc.format.extentp. 119-134
dc.identifier.isbn9786559830879
dc.identifier.urihttps://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/7059
dc.language.isoPortuguês
dc.publisherAtena
dc.relation.isreferencedbyFundamentos Científicos e Prática Clínica em Fonoaudiologia
dc.subjectTranstorno do Espectro Autistapt
dc.subjectSurdospt
dc.subjectProfessorespt
dc.subjectComunicaçãopt
dc.subjectLibraspt
dc.subjectAutistic Spectrum Disorderpt
dc.subjectDeafpt
dc.subjectTeacherspt
dc.subjectCommunicationpt
dc.subjectBrazilian Sign Languagept
dc.titleA UTILIZAÇÃO DE LIBRAS NO AMBIENTE ESCOLAR PARA CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO SURDAS
dc.typebook part
dspace.entity.typePublication
local.identifier.sourceUrihttps://atenaeditora.com.br/catalogo/ebook/fundamentos-cientificos-e-pratica-clinica-em-fonoaudiologia#tabs-download
local.publisher.cityPonta Grossa
local.publisher.countryBrasil
local.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
local.typeCapítulo de Livro

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