Clima Organizacional: Abordagem Tradicional vs. Abordagem Configural

dc.contributor.authorTATIANA IWAI
dc.contributor.authorADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO
dc.contributor.authorNakata, Lina Eiko
dc.contributor.authorCosta, José Eduardo Teixeira
dc.coverage.cidadeSão Paulopt_BR
dc.coverage.paisBrasilpt_BR
dc.creatorNakata, Lina Eiko
dc.creatorCosta, José Eduardo Teixeira
dc.date.accessioned2023-07-20T13:48:45Z
dc.date.available2023-07-20T13:48:45Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractClima organizacional é um tema que tem sido estudado há algumas décadas, e diversas pesquisas buscaram relacionar seus resultados – integrais ou de dimensões – com desempenho de gestão. No entanto, pouco se tem discutido sobre a interação das dimensões de clima organizacional. O objetivo deste artigo é investigar a relação de clima organizacional com uma variável de resultado organizacional (turnover) a partir de duas abordagens diversas: uma mais tradicional, com foco nas dimensões independentes de clima, e a outra, conhecida como configural, com foco na análise das interrelações entre as categorias. A amostra contou com pesquisas realizadas em 150 empresas brasileiras de porte médio e grande que buscam se destacar pelo seu ambiente de trabalho. Realizou-se análise fatorial exploratória e análise hierárquica de cluster para identificar perfis de configuração de clima (elevação, variabilidade e forma), a fim de relacionar os fatores e as configurações com rotatividade de pessoal. Os resultados mostraram que abordar clima como um sistema, considerando as interações entre suas várias dimensões que compõem uma dada configuração, releva nuances interessantes que de outro modo ficariam encobertas. A abordagem configural apresenta uma relação mais complexa e multifacetada de clima com turnover: a forma configural foi a única que não mostrou-se relevante para turnover; para elevação, houve efeito negativo no turnover, evidenciando que a avaliação global positiva que os funcionários fazem do ambiente de trabalho contribui para diminuir rotatividade nas empresas; por fim, os resultados mostraram um efeito moderador importante da variabilidade na relação entre elevação e turnover.pt_BR
dc.format.extent18 p.pt_BR
dc.format.mediumDigitalpt_BR
dc.identifier.issueWPE 372/2017
dc.identifier.urihttps://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/5888
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherInsperpt_BR
dc.relation.ispartofseriesInsper Working Paperpt_BR
dc.rights.licenseO INSPER E ESTE REPOSITÓRIO NÃO DETÊM OS DIREITOS DE USO E REPRODUÇÃO DOS CONTEÚDOS AQUI REGISTRADOS. É RESPONSABILIDADE DO USUÁRIO VERIFICAR OS USOS PERMITIDOS NA FONTE ORIGINAL, RESPEITANDO-SE OS DIREITOS DE AUTOR OU EDITORpt_BR
dc.subjectClima organizacionalpt_BR
dc.subjectTurnoverpt_BR
dc.subjectAbordagem configurapt_BR
dc.titleClima Organizacional: Abordagem Tradicional vs. Abordagem Configuralpt_BR
dc.typeworking paper
dspace.entity.typePublication
local.subject.cnpqCiências Sociais Aplicadaspt_BR
local.typeWorking Paperpt_BR
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