Análise do custo de capital das empresas brasileiras de capital aberto

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Autores

Kiyokawa, Fabrício

Orientador

Araújo Júnior, Eurílton Alves

Co-orientadores

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Tipo de documento

Dissertação

Data

2010

Unidades Organizacionais

Resumo

O presente trabalho tem como finalidade propor um modelo teórico ótimo de estrutura de capital, para empresas brasileiras de capital aberto, e compará-los com a estrutura real das firmas. O modelo teórico proposto baseia-se na teoria estática de “Trade Off”, no qual as firmas determinam um nível de endividamento alvo, de forma a igualar seus benefícios fiscais e custos de falência marginais da dívida. Em teoria, este é o ponto no qual se minimiza o WACC, maximizando a riqueza do acionista. Este trabalho, para o cálculo do custo de capital próprio, utiliza um procedimento não usual: o modelo de Gordon para estimar o retorno da carteira de mercado, e o ajuste de retornos não sincronizados para cálculo dos betas. Já, para o cálculo do custo de capital de terceiros, utiliza o modelo de Merton. Uma divergência muito elevada entre o modelo teórico ótimo e a estrutura real das firmas pode indicar evidências a favor de outras teorias, como a teoria de “Pecking Order”. Analisando uma amostra final de 67 firmas chegamos à conclusão de que apenas poucas delas apresentam uma estrutura de capital condizentes com a teoria de “Trade Off”. Desta forma, poderíamos indicar a aplicação prática de outras teorias alternativas como a teoria dinâmica, ou que isoladamente a teoria de “Trade Off” não seria suficiente para explicar o comportamento das firmas.

Palavras-chave

Estrutura de capital; Teoria estática; Teoria Dinâmica; WACC; Capital structure; Static theory; Dynamic theory; WACC

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Idioma

Português

Notas

Membros da banca

Sheng, Hsia Hua

Área do Conhecimento CNPQ

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