Segregação ocupacional e hiato salarial entre os gêneros
N/D
Autores
Madalozzo, Regina Carla
Martins, Sergio Ricardo
Lico, Mariane Rizzo
Orientador
Co-orientadores
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Tipo de documento
Working Paper
Data
2015
Resumo
Diversos estudos mostram que persiste a diferença salarial entre homens e mulheres no Brasil. Outros estudos apresentam resultados que corroboram com a existência de segregação ocupacional entre os gêneros, seja por motivos culturais ou por persistência histórica. O presente trabalho é pioneiro na análise do comportamento do mercado de trabalho brasileiro e como se dá a diferença salarial entre gêneros, a partir da definição de segregação ocupacional. Utilizando o índice de Dissimilaridade de Duncan & Duncan para mensurar o tamanho da segregação ocupacional por gênero no Brasil, formaram-se grupos de ocupações típicas masculinas, femininas ou integradas, de acordo com os dados da PNAD 2013 e, a partir deles, estimou-se equações mincerianas com correção de Heckman via procedimento de Oaxaca-Blinder. Os resultados apontam para a persistência de diferencial salarial não explicado entre homens e mulheres, bem como para a existência de segregação ocupacional.
Palavras-chave
REMUNERAÇÃO; GÊNERO; SEGREGAÇÃO OCUPACIONAL
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Idioma
Português
Notas
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Ciências Exatas e da Terra
Multidisciplinar
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