Coleção Insper Business and Economics Working Papers

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    Índice Folha de Equilíbrio Racial Relatório Técnico 2022
    (2022) SERGIO PINHEIRO FIRPO; França, Michael; Portella, Alysson
    Este relatório apresenta os principais resultados referentes ao Índice de Equilíbrio Racial (IER), desenvolvido pelo Núcleo de Estudos Raciais do Insper em parceria com a Folha de São Paulo. O Índice avalia o equilíbrio da representação racial no Brasil tem três componentes: Renda, Educação e Longevidade, agregando essas três dimensões em um índice composto, o IER. A análise inclui os anos de 2001 até 2021, incluindo os níveis nacional, regional e estadual. Os resultados mostram grandes avanços na dimensão da Educação, uma certa estagnação na dimensão da Renda, e aumento das desigualdades raciais na dimensão Longevidade. O IER como um todo mostra avanço lento, sendo necessário mais de 100 anos para atingirmos o equilíbrio racial. Além do IER, também apresentamos resultados mais detalhados para educação, incluindo desequilíbrios raciais no Ensino Fundamental (EF) completo e incompleto e Ensino Médio completo. Também avaliamos o equilíbrio em relação a matriculas totais e nas series adequadas ao longo da infância e juventude. O atraso escolar já surge nos primeiros anos do EF e cresce muito na passagem do EM para a fase universitária. Porém, houveram ganhos nas últimas duas décadas em todas essas dimensões.
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    Fatores de propensão à compra em canais de atendimento telefônico (Call Center)
    (2015) Gelape, Giovanni Léo; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; DANNY PIMENTEL CLARO
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    Determinantes da Distribuição da Igualdade de Gênero entre os Estados Brasileiros
    (2015) Matavelli, Ieda Rodrigues; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Madalozzo, Regina Carla
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    Teoria dos valores extremos adequa-se ao Ibovespa na crise de 2008?
    (2015) Fernando Caritá; Cardoso Junior, Nilton Deodoro Moreira; Rosal, João Maurício; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO
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    Probabilidades de Admissão e Desligamento no Mercado de Trabalho Brasileiro
    (2015) Nunes, Douglas Uemura; NAERCIO AQUINO MENEZES FILHO; Komatsu, Bruno Kawaoka
    Este artigo avalia as probabilidades de admissão e desligamento no mercado de trabalho brasileiro, e mensura sua contribuição para a variabilidade cíclica da taxa de desemprego no país. Para isso, é utilizada uma metodologia recente, que permite a obtenção das probabilidades através dos estoques de empregados e desempregos corrigindo o viés de agregação de tempo. Verificamos que, para o período de 1983 a 2001, as oscilações da taxa de admissão foram responsáveis por 75% da variabilidade da taxa de desemprego nas principais regiões metropolitanas do Brasil. Entre 2004 e 2013 a taxa de admissão explica 80% dessas variações.
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    O Impacto das Importações Chinesas sobre a Produtividade Setorial no Brasil
    (2015) Buccini, Evandro Gambra; NAERCIO AQUINO MENEZES FILHO
    O objetivo deste artigo é estimar os impactos das importações da China sobre a produtividade setorial no Brasil. Diversos trabalhos mostram que a produtividade no país é baixa e está crescendo ainda mais lentamente nos últimos anos. A literatura internacional, com foco principalmente na análise de países desenvolvidos, mostra os efeitos positivos da abertura comercial sobre a produtividade. Utilizando dados setoriais da indústria e de comércio internacional, encontramos resultados diferentes para o Brasil e em linha com outros estudos de países em desenvolvimento. Um aumento de dez pontos percentuais na participação das importações chinesas em relação às importações totais gera uma queda de 5,7% na produtividade total dos fatores setorial em cinco anos.
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    Segregação ocupacional e hiato salarial entre os gêneros
    (2015) Madalozzo, Regina Carla; Martins, Sergio Ricardo; Lico, Mariane Rizzo
    Diversos estudos mostram que persiste a diferença salarial entre homens e mulheres no Brasil. Outros estudos apresentam resultados que corroboram com a existência de segregação ocupacional entre os gêneros, seja por motivos culturais ou por persistência histórica. O presente trabalho é pioneiro na análise do comportamento do mercado de trabalho brasileiro e como se dá a diferença salarial entre gêneros, a partir da definição de segregação ocupacional. Utilizando o índice de Dissimilaridade de Duncan & Duncan para mensurar o tamanho da segregação ocupacional por gênero no Brasil, formaram-se grupos de ocupações típicas masculinas, femininas ou integradas, de acordo com os dados da PNAD 2013 e, a partir deles, estimou-se equações mincerianas com correção de Heckman via procedimento de Oaxaca-Blinder. Os resultados apontam para a persistência de diferencial salarial não explicado entre homens e mulheres, bem como para a existência de segregação ocupacional.
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    Decifrando o Fórum João Mendes: o que os números nos dizem?
    (2015) LUCIANA YEUNG LUK TAI
    O objetivo deste trabalho foi avaliar o perfil das ações iniciais no tribunal de maior movimentação no Estado de São Paulo, o Fórum João Mendes. Com o uso de recursos computacionais de big data, extraímos e avaliamos a população de ações iniciadas em cinco varas do João Mendes, durante todo o ano de 2014. O total de casos analisados foram 11.959. Em consonância com o observado em tribunais superiores, nossos resultados indicam uma forte concentração de casos em um pequeno número de empresas, fortemente representadas por aquelas do setor bancário. Por outro lado, a maior parte das ações envolviam partes únicas, de procedimento ordinário, e com valores de causa relativamente baixos, apesar da grande dispersão. Trabalhos futuros poderiam se propor a construir um índice de complexidade dessas ações iniciais, e averiguar se existe alguma significativa diferença entre o grau de complexidade médio dos casos trazidos ao Fórum João Mendes em comparação àqueles de outros tribunais.
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    Credit rating de empresas não financeiras: um estudo comparative entre Brasil e Estados Unidos
    (2016) Carvalho, Davih; Martins, Sergio Ricardo; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO
    O presente trabalho tem como objetivo verificar os principais determinantes do rating de sociedades anônimas de capital aberto não financeiras no Brasil e nos Estados Unidos, listadas na BM&FBOVESPA e NYSE respectivamente, e comparar e fundamentar seus resultados. Para tanto, foi utilizado o modelo Probit ordinal em painel, buscando explicar a formação do rating das empresas. Dentro do escopo das variáveis explicativas contábeis das companhias, pôde-se concluir que as agências de rating dão significância a determinantes similares em ambos os mercados, demonstrando consistência metodológica e conexão entre os mercados financeiros brasileiro e americano.
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    Estudo da predisposição individual para compartilhar conhecimento gerencial: o contexto intraorganiacional de equipes de projeto
    (2016) CARLA SOFIA DIAS MOREIRA RAMOS; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Giovanini, Jislaine Rosa Santana; DANNY PIMENTEL CLARO
    O compartilhamento de conhecimento é, de acordo com uma visão da empresa baseada no conhecimento, uma atividade chave para garantir competitividade. Motivar os colaboradores a buscar esse compartilhamento é um desafio particularmente relevante para empresas que operam numa lógica equipes de projeto. O objetivo deste trabalho consiste em identificar os fatores internos e externos ao individuo que influenciam a predisposição individual para o compartilhamento de conhecimento em ambiente intra-organizacional de equipes de projeto. Identificam-se quatro dimensões chave: a atitude e comportamento do indivíduo, a colegialidade entre membros de equipe, o apoio dado pelos gestores, e a centralidade na rede de relacionamentos do indivíduo. Dez hipóteses são propostas e testadas através de metodologia quantitativa, combinando análise de redes interpessoais e regressão econométrica. O fenómeno é estudado numa base de 121 participações individuais num total de 20 projetos realizados ao longo de dois anos na sucursal de uma empresa multinacional do setor de energia e automação industrial. Observou-se que os fatores que mais impacto têm sobre a predisposição individual para compartilhar conhecimento em equipes de projeto são de natureza tanto intrínseca como extrínseca ao indivíduo e que para além de um efeito direto sobre essa predisposição, se verídica na maioria dos casos também um efeito indireto. O estudo contribui para um melhor entendimento do compartilhamento de conhecimento em ambiente específico de equipes de projeto, permitindo ainda aos gestores uma promoção estratégica de mecanismos que estimulam a desejado fluidez do conhecimento entre membros de equipes de projeto.