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    Public Services under Private Management
    (2025) Coube, Maíra; LUIZ FELIPE CAMPOS FONTES; Rocha, Rudi
    Theory predicts that outsourcing public services to the private sector can reduce costs and improve efficiency, but can also induce cost-cutting measures and compromise quality should the surplus rights be controlled by firms. We empirically assess the effects of the Brazilian “Organizations Sociais de Saúde” model (OSS), which involves specifically outsourcing the management of public hospital services to the private sector while keeping surplus rights with the state. We use a difference-in-differences approach to assess OSS effects, and document evidence of enhanced hospital production and operational efficiency without adverse effects on hospital quality and equity. Increased in patient production addresses previously unmet demand, expanding local access to hospital care and contributing to declines in population mortality. Performance gains primarily arise from improved operational efficiency achieved through increased hospital management capacity. Such capacity facilitates staffing adjustments, favouring higher-skilled personnel, dismissing lower-productivity staff, and adopting flexible, performance-tied employment contracts. Effects are especially pronounced among private organisations with more management experience, underscoring positive returns to managerial capacity. Our findings support the view that incentive-ownership structures can potentially address the conventional quantity-quality trade-off in public service delivery, even within the challenging policy context of a developing country.
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    Working Paper
    A Regionalização da Saúde no Brasil
    (2022) LETICIA FARIA DE CARVALHO NUNES; Rocha, Rudi; Rache, Beatriz
    RESUMO EXECUTIVO – A regionalização é vista como uma prioridade de política pública em saúde no Brasil, mas ainda é um trabalho em andamento. No entanto, apesar de existir grande esforço de pesquisa sobre o tema, muitas questões importantes persistem, por exemplo: (i) em que medida a regionalização avançou no país?; (ii) tem sido de fato induzida pelas normas federais?; (iii) quais os fatores que têm permitido a indução ou que têm restringido o movimento do sistema em direção à organização regional? Neste estudo, realizamos uma ampla análise empírica sobre padrões de expansão e reorganização de serviços de saúde, recursos hospitalares e fluxos de internação entre municípios ao longo das últimas duas décadas com o objetivo de avaliar se houve uma reorganização do sistema em direção a um desenho regional, e se este movimento se relaciona às normativas introduzidas. Ressaltamos desafios a um funcionamento mais regional da saúde no Brasil. O processo de descentralização do SUS e a falta de uma instância regional formal no pacto federativo dificultam a cooperação entre os entes federados. Ainda, outro desafio importante refere-se à falta de uma entidade regional com autonomia e financiamento próprio.