Diversificação de carteiras utilizando o princípio de máxima entropia: o caso brasileiro

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Autores

Assad, Raphael

Orientador

Takada, Hellinton Hatsuo

Co-orientadores

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Tipo de documento

Trabalho de Conclusão de Curso

Data

2013

Unidades Organizacionais

Resumo

Utilizando-se das ferramentas propostas pela teoria da informação é possível construir metodologias mais completas de como alocar carteiras de investimento. Neste trabalho foram estudadas duas abordagens que envolvem estes conceitos. Ambas se referem à qualidade das previsões do investidor em relação aos momentos dos retornos das ações. Conforme o agente confia mais em suas estimativas ele escolhe uma alocação ou em carteiras que maximizam seu retorno ajustado ao risco (abordagem geral) ou alocando parte de seu patrimônio na carteira Sharpe e parte no ativo livre de risco (abordagem com ativo livre de risco). Porém, caso o investidor tenha informação limitada, sua carteira se aproxima cada vez mais para aquela que maximiza a entropia da alocação. O limite da falta de informação é a carteira com máxima entropia. Além de explicar como estas abordagens funcionam, foi estudado também o desempenho dessas metodologias em relação às formas amplamente utilizadas de escolha de alocação de carteiras. Foram feitas simulações e análises baseadas em ativos brasileiros.

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Idioma

Português

Notas

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