Sharing economy and collaborative consumption: what drives engagement in the Brazilian market?

dc.contributor.advisorRamos, Carla Sofia Dias
dc.contributor.authorMinami, Adriana Luri
dc.coverage.spatialS�o Paulopt_BR
dc.creatorMinami, Adriana Luri
dc.date.accessioned2021-09-13T03:11:25Z
dc.date.accessioned2019-06-08T00:59:34Z
dc.date.available2021-09-13T03:11:25Z
dc.date.available2018
dc.date.available2019-06-08T00:59:34Z
dc.date.issued2018
dc.date.submitted2018
dc.description.abstractO advento da Internet e Web 2.0 fez surgir novas formas de consumo que mudaram a relação consumidor-produto, nomeadamente na forma como os consumidores podem ter acesso a produtos sem a necessidade de adquiri-los. Economia compartilhada, consumo colaborativo, consumo baseado em acesso, pseudo-compartilhamento, serviços sem propriedade e escambo, são algumas das denominações que podem ser encontradas na literatura e que são utilizadas de forma intercambiável. No entanto, existem diferenças importantes entre estes diferentes tipos de consumo. Desta forma, este estudo tem dois objetivos centrais: (1) desenvolver um conceito claro de economia compartilhada e consumo colaborativo, duas denominações corretas para as novas formas de consumo, mas que são utilizadas de forma errada; (2) entender se existe diferença nas motivações que levam o participante a engajar em cada uma destas duas formas de consumo. Uma extensiva revisão da literatura suportada por uma pesquisa preliminar exploratória, permitiram-nos propor uma definição clara para cada um dos dois tipos de consumo, assim como levantar hipóteses quanto às diferenças nas motivações para cada tipo de consumo. Através de uma amostra de 400 pessoas que já participaram em pelo menos umas destas novas de consumo, foi aplicado um modelo de equação estruturada para mensurar estas diferenças. Os resultados demonstram que os benefícios sociais, ambientais e de conveniência impactam a intenção de consumo de uma forma mais forte na economia compartilhada do que no consumo colaborativo. Já os benefícios econômicos e de prazer mostram um peso igual para ambos modos de consumo. Este estudo contribui para a literatura ao trazer uma clara definição para os novos tipos de consumo, possibilitando ainda entender as diferenças na motivação das pessoas ao participarem de cada uma das duas formas de consumo identificadas neste estudo Constitui também uma importante contribuição gerencial, já que empresas participantes desta nova economia podem melhor entender seus consumidores e se diferenciar, fortalecendo a sua competitividade.pt_BR
dc.description.otherWith the Internet and Web 2.0, a different mode of consumption emerged changing the consumer-product relationship, including the way consumers can access products without having to purchase them. Sharing economy, collaborative consumption, access-based consumption, pseudo-sharing, nonownership services and barter, are some of the concepts that can be found in the literature and that are used interchangeably. However, there are important differences among these new modes of consumption. Thus, this study has two objectives: (1) to develop a clear concept for sharing economy and collaborative consumption, identified as the two different forms of new modes of exchange thar are correct but conceptually used in non-appropriate manner, and (2) to understand if there are differences in the underlying reasons why participants choose to engage in each of these the two forms of exchange. An extensive review of existing literature, supported by an exploratory qualitative study, allowed us to put forward a clear definition for each mode of exchange, as well as to raise hypotheses regarding the differences in the motivations for engagement regarding each mode. With the response of 400 participants who had already participated in one of the two modes of exchange, a structural equation modeling was applied to understand the different motivations underlying participants’ engagement. The results showed that the impact in behavioral intention caused by social, environmental and convenience searched benefits is stronger in sharing economy than in collaborative consumption, while economic and enjoyment benefits prevail in the later and trend orientation has an equal impact in motivating engagement in both modes of exchange. This study contributes for the existing literature by clearly defining the new modes of exchange, allowing the understanding about the differences in the motivations underlying participants’ engagement for each mode of exchange. This paper also makes managerial contributions, as companies acting in this market can now better comprehend their customers and better differentiate themselves, strengthening their competitive advantage.pt_BR
dc.format.extent49 p.pt_BR
dc.identifier.urihttps://www.repositorio.insper.edu.br/handle/11224/2144
dc.language.isoInglêspt_BR
dc.rights.uriTODOS OS DOCUMENTOS DESSA COLEÇÃO PODEM SER ACESSADOS, MANTENDO-SE OS DIREITOS DOS AUTORES PELA CITAÇÃO DA ORIGEM.pt_BR
dc.subjectEconomia compartilhada. Consumo colaborativo. Economia de acesso. Comportamento do consumidor. Modelo de equação estruturada.pt_BR
dc.titleSharing economy and collaborative consumption: what drives engagement in the Brazilian market?pt_BR
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
local.contributor.boardmemberADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO
local.contributor.boardmemberBrito, Eliane
local.contributor.boardmemberMata, Maria Eugenia
local.contributor.boardmemberConsiglio, Irene
local.typeDissertaçãopt_BR
relation.isBoardMemberOfPublicationccfd47d5-bd80-4464-98ce-629abb672e3d
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