Distinguindo sorte de habilidade nos fundos brasileiros de gestão ativa
Autores
Halpern, Alex
Orientador
Co-orientadores
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Tipo de documento
Trabalho de Conclusão de Curso
Data
2022
Resumo
Esse trabalho estuda a performance dos fundos de gestão ativa brasileiros para tentar medir a habilidade de seus gestores. Para isso, foi utilizada uma metodologia baseadas em simulações de bootstrap para gerar uma “distribuição de sorte” de fundos com alfa médio estipulado a zero e, assim, comparar com a performance observada pelos fundos e inferir se os resultados dos gestores são consequência de sorte ou habilidade. A base de dados utilizada se refere aos retornos líquidos mensais de todos fundos brasileiros de gestão ativa existentes por mais de 10 meses entre o período de fevereiro de 2010 a agosto de 2022. Os resultados encontrados demonstram que a sorte e o azar são os principais explicativos para a performance da maioria dos fundos analisados. No entanto, alguns poucos gestores se mostram capazes de gerar um retorno líquido em excesso de forma consistente acima das simulações, evidenciando a existência de habilidade positiva mesmo quando descontadas as taxas de administração e performance.
Palavras-chave
Alfa; Fundos de Gestão Ativa; Bootstrap
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Idioma
Português
Notas
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Ciências Exatas e da Terra