O federalismo fiscal brasileiro e o equilíbrio eleitoral estadual

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Autores

Carrozza, Guilherme Froldi

Orientador

Bugarin, Mauricio Soares

Co-orientadores

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Tipo de documento

Trabalho de Conclusão de Curso

Data

2009

Unidades Organizacionais

Resumo

Esta monografia apresenta, através de um estudo econométrico, uma evidência empírica de que candidatos a governador de coligações mais fortes no estado recebem, em média, mais votos nas eleições estaduais. Em seguida, foi proposta uma extensão do modelo de voto probabilístico de Persson Tabellini (2001) a fim de explicar a relação positiva entre força do partido e votos recebidos nas eleições. Uma das conclusões do modelo proposto é que quanto maior a renda da cidade, menor será o beneficio que as transferências proporcionarão para esta cidade. A principal conclusão do modelo é que a força do partido por si só não lhe garante uma vantagem em relação ao seu oponente. O que realmente importa é a força do partido ponderada pela homogeneidade ideológica das cidades que compõe esta força.

Palavras-chave

Federalismo fiscal; Equilíbrio eleitoral; Transferências voluntárias; Fiscal federalism; Electoral equilibrium; Voluntary transfers

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Idioma

Português

Notas

Membros da banca

Moita, Rodrigo Menon Simões

Área do Conhecimento CNPQ

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