Preferências temporais – estudo de caso comparando Brasil e Suíça

dc.contributor.advisorBrito, Ricardo Dias de Oliveira
dc.contributor.authorSerson, Renata
dc.coverage.spatialSão Paulopt_BR
dc.creatorSerson, Renata
dc.date.accessioned2019-02-26T00:48:49Z
dc.date.accessioned2021-09-13T02:57:48Z
dc.date.available2018
dc.date.available2019-02-26T00:48:49Z
dc.date.available2021-09-13T02:57:48Z
dc.date.issued2018
dc.date.submitted2018
dc.description.abstractO presente trabalho busca entender em que medida indivíduos brasileiros e suíços são racionais em suas decisões intertemporais sobre poupança, testando a hipótese de que diferenças culturais se traduzem em diferenças de comportamento financeiro. Foi elaborada uma pesquisa com 235 estudantes do Insper (São Paulo, Brasil) e da Universidade de St Gallen (St Gallen, Suiça), e os resultados do questionário permitiram que construíssemos uma estatística que mensura, em certa medida, desvios de racionalidade em decisões financeiras. Como resultado, obtivemos que em nossa amostra, a despeito de evidências contrárias na literatura, o impacto da cultura é praticamente inexistente: muitas das variáveis relacionadas ao país de origem, grupo de coleta e identificação com grupo cultural são estatisticamente insignificantes para explicar tal irracionalidade, e os resultados significantes não são sustentáveis após um refinamento da amostra. Ainda assim, a conclusão é relevante – mostra-se o impacto do gênero e da percepção de educação financeira na construção de racionalidade financeira. As mulheres em geral tomam decisões menos racionais, enquanto indivíduos que tenham percepção de que conhecem instrumentos de educação financeira de fato têm maior score de racionalidade. Argumentamos que essa última variável é passível de aprendizado: seria possível desenvolver, então, racionalidade financeira num país, aumentando seus níveis de poupança independentemente de sua localização ou origem cultural.pt_BR
dc.description.otherThis essay seeks to understand to what extent Brazilian and Swiss individuals are rational in their intertemporal savings decisions, testing the hypothesis that cultural differences translate themselves into differences in financial behavior. A survey was carried out among 235 students from Insper (São Paulo, Brazil) and from the University of St Gallen (St Gallen, Switzerland), and the results of the questionnaire allowed us to devise a statistic tool that measures, to some extent, deviations from rationality in financial decisions. As a result, we found out that in our sample, despite contrary evidence published in scientific literature, the impact of culture is practically non-existent: many of the variables related to the country of origin, collection group and identification with cultural background are statistically insignificant to explain such irrationality, and significant results are not sustainable after sample refinement. Nevertheless, the conclusion is relevant - it shows the impact of gender and the perception of financial education in the construction of financial rationality. Women generally make less rational decisions, while individuals who perceive themselves as financially educated actually have a higher rationality score. We argue that the latter variable is prone of learning: it would be possible to develop financial rationality in a country, increasing its levels of savings autonomously from its location or its cultural background.pt_BR
dc.format.extent65 f.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/1895
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rights.licenseTodos os documentos desta Coleção podem ser acessados, mantendo-se os direitos dos autores pela citação da origem.pt_BR
dc.subjectEconomia. Poupança. Racionalidade. Irracionalidade. Comparação. Paísespt_BR
dc.titlePreferências temporais – estudo de caso comparando Brasil e Suíçapt_BR
dc.typebachelor thesis
dspace.entity.typePublication
local.contributor.boardmemberBrito, Ricardo Dias de Oliveira
local.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR

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