Um Retrato da Indústria de Venture Capital Brasileira - Fundo Mútuos de Invesimento em Empresas Emergentes
dc.contributor.author | Cresciulo, Felipe Campos | |
dc.contributor.author | ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI | |
dc.coverage.cidade | São Paulo | pt_BR |
dc.coverage.pais | Brasil | pt_BR |
dc.creator | Cresciulo, Felipe Campos | |
dc.date.accessioned | 2023-07-24T16:48:55Z | |
dc.date.available | 2023-07-24T16:48:55Z | |
dc.date.issued | 2012 | |
dc.description.abstract | A indústria de Venture Capital é muito importante para o desenvolvimento de países, pois fomenta o empreendedorismo e financia empresas nascentes e pequenas. Venture Capital pode ser segmentado em seed capital (financia o desenvolvimento de produtos, testes de mercado e registros de patente), startup (financia a estruturação da empresa para se tornar operacional) e early stage (financia a expansão das atividades). Embora esse tipo de investimento exista no Brasil desde antes da década de 80, vem se observando um crescimento considerável do volume de recursos e número de fundos a partir de 2004. Este estudo tem como objetivo retratar a indústria de Venture Capital brasileira a partir dos dados contidos nos regulamentos dos Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE), que foram instaurados com a Instrução 209 da CVM. Foram analisados 25 regulamentos de FMIEEs disponíveis no site da CVM, de fundos em funcionamento que tiveram suas operações iniciadas entre 2000 e 2009. Os dados foram coletados entre julho e setembro de 2010. A maior parte dos investidores é do setor público, e percebe-se que o setor ainda atrai muito pouco recurso estrangeiro. Observa-se também que a maior parte dos regulamentos é do primeiro fundo da gestora, caracterizando uma indústria jovem e com players com pouco experiência ainda. Os regulamentos permitem, em geral, que os quotistas interfiram bastante nas decisões dos fundos, o que confere por um lado uma maior segurança dos investidores, talvez necessária face a players muito jovens, mas por outro lado limita o investimento em setores muito dinâmicos, que exigem tomadas de decisões muito rápidas. Em sua maior parte os fundos são multisetoriais. O estado com maior número de fundos regionais foi Minas Gerais. | pt_BR |
dc.format.extent | 19 p. | pt_BR |
dc.format.medium | Digital | pt_BR |
dc.identifier.issue | BEWP 170/2012 | |
dc.identifier.uri | https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/5918 | |
dc.language.iso | Português | pt_BR |
dc.publisher | Insper | pt_BR |
dc.relation.ispartofseries | Insper Working Paper | pt_BR |
dc.rights.license | O INSPER E ESTE REPOSITÓRIO NÃO DETÊM OS DIREITOS DE USO E REPRODUÇÃO DOS CONTEÚDOS AQUI REGISTRADOS. É RESPONSABILIDADE DO USUÁRIO VERIFICAR OS USOS PERMITIDOS NA FONTE ORIGINAL, RESPEITANDO-SE OS DIREITOS DE AUTOR OU EDITOR | pt_BR |
dc.subject | Venture Capital | pt_BR |
dc.subject | FMIEE | pt_BR |
dc.subject | Empresas emergentes | pt_BR |
dc.title | Um Retrato da Indústria de Venture Capital Brasileira - Fundo Mútuos de Invesimento em Empresas Emergentes | pt_BR |
dc.type | working paper | |
dspace.entity.type | Publication | |
local.subject.cnpq | Ciências Sociais Aplicadas | pt_BR |
local.type | Working Paper | pt_BR |
relation.isAuthorOfPublication | 4f89a841-117c-473d-8798-96eb2d9ce1cf | |
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery | 4f89a841-117c-473d-8798-96eb2d9ce1cf |
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- BEWP_170_2012_Um_retrato_da_industria_de_venture_capital_brasileira_fundo_mutuos_de_investimento_em_empresas_emergentes_TC.pdf
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