Coleção Insper Business and Economics Working Papers
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- Índice Folha de Equilíbrio Racial Relatório Técnico 2022(2022) SERGIO PINHEIRO FIRPO; França, Michael; Portella, AlyssonEste relatório apresenta os principais resultados referentes ao Índice de Equilíbrio Racial (IER), desenvolvido pelo Núcleo de Estudos Raciais do Insper em parceria com a Folha de São Paulo. O Índice avalia o equilíbrio da representação racial no Brasil tem três componentes: Renda, Educação e Longevidade, agregando essas três dimensões em um índice composto, o IER. A análise inclui os anos de 2001 até 2021, incluindo os níveis nacional, regional e estadual. Os resultados mostram grandes avanços na dimensão da Educação, uma certa estagnação na dimensão da Renda, e aumento das desigualdades raciais na dimensão Longevidade. O IER como um todo mostra avanço lento, sendo necessário mais de 100 anos para atingirmos o equilíbrio racial. Além do IER, também apresentamos resultados mais detalhados para educação, incluindo desequilíbrios raciais no Ensino Fundamental (EF) completo e incompleto e Ensino Médio completo. Também avaliamos o equilíbrio em relação a matriculas totais e nas series adequadas ao longo da infância e juventude. O atraso escolar já surge nos primeiros anos do EF e cresce muito na passagem do EM para a fase universitária. Porém, houveram ganhos nas últimas duas décadas em todas essas dimensões.
Working Paper Credit rating de empresas não financeiras: um estudo comparative entre Brasil e Estados Unidos(2016) Carvalho, Davih; Martins, Sergio Ricardo; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZOO presente trabalho tem como objetivo verificar os principais determinantes do rating de sociedades anônimas de capital aberto não financeiras no Brasil e nos Estados Unidos, listadas na BM&FBOVESPA e NYSE respectivamente, e comparar e fundamentar seus resultados. Para tanto, foi utilizado o modelo Probit ordinal em painel, buscando explicar a formação do rating das empresas. Dentro do escopo das variáveis explicativas contábeis das companhias, pôde-se concluir que as agências de rating dão significância a determinantes similares em ambos os mercados, demonstrando consistência metodológica e conexão entre os mercados financeiros brasileiro e americano.Working Paper Estudo da predisposição individual para compartilhar conhecimento gerencial: o contexto intraorganiacional de equipes de projeto(2016) CARLA SOFIA DIAS MOREIRA RAMOS; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Giovanini, Jislaine Rosa Santana; DANNY PIMENTEL CLAROO compartilhamento de conhecimento é, de acordo com uma visão da empresa baseada no conhecimento, uma atividade chave para garantir competitividade. Motivar os colaboradores a buscar esse compartilhamento é um desafio particularmente relevante para empresas que operam numa lógica equipes de projeto. O objetivo deste trabalho consiste em identificar os fatores internos e externos ao individuo que influenciam a predisposição individual para o compartilhamento de conhecimento em ambiente intra-organizacional de equipes de projeto. Identificam-se quatro dimensões chave: a atitude e comportamento do indivíduo, a colegialidade entre membros de equipe, o apoio dado pelos gestores, e a centralidade na rede de relacionamentos do indivíduo. Dez hipóteses são propostas e testadas através de metodologia quantitativa, combinando análise de redes interpessoais e regressão econométrica. O fenómeno é estudado numa base de 121 participações individuais num total de 20 projetos realizados ao longo de dois anos na sucursal de uma empresa multinacional do setor de energia e automação industrial. Observou-se que os fatores que mais impacto têm sobre a predisposição individual para compartilhar conhecimento em equipes de projeto são de natureza tanto intrínseca como extrínseca ao indivíduo e que para além de um efeito direto sobre essa predisposição, se verídica na maioria dos casos também um efeito indireto. O estudo contribui para um melhor entendimento do compartilhamento de conhecimento em ambiente específico de equipes de projeto, permitindo ainda aos gestores uma promoção estratégica de mecanismos que estimulam a desejado fluidez do conhecimento entre membros de equipes de projeto.Working Paper Estudo de modelos de apreçamento de ativos de risco antes e depois da crise financeira de 2008 no mercado brasileiro(2016) ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Venezuela, Maria Kelly; Bortoluzzo, Maurício Mesquita; Nakamura, Wilson ToshiroEste artigo faz um estudo comparativo entre três modelos de apreçamento de ativos de risco, o CAPM de Sharpe-Lintner, o modelo de 3 fatores de Fama e French e o modelo de 4 fatores de Cahart. Apresentamos uma metodologia de alocação dos ativos nas carteiras para mercados emergentes. Diferente de estudos anteriores, o foco da comparação dos modelos está em suas capacidades de previsão. O período foi subdividido para tornar possível a análise dos desempenhos nos períodos da crise financeira de 2008, anterior e posterior à crise. Os resultados apontam para um melhor desempenho dos modelos multifatoriais em todos os períodos. Para o período pós-crise, o modelo de 4 fatores apresenta uma melhora de 36,85% na qualidade de previsão comparado ao modelo de 3 fatores.Working Paper Clima Organizacional: Abordagem Tradicional vs. Abordagem Configural(2017) TATIANA IWAI; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Nakata, Lina Eiko; Costa, José Eduardo TeixeiraClima organizacional é um tema que tem sido estudado há algumas décadas, e diversas pesquisas buscaram relacionar seus resultados – integrais ou de dimensões – com desempenho de gestão. No entanto, pouco se tem discutido sobre a interação das dimensões de clima organizacional. O objetivo deste artigo é investigar a relação de clima organizacional com uma variável de resultado organizacional (turnover) a partir de duas abordagens diversas: uma mais tradicional, com foco nas dimensões independentes de clima, e a outra, conhecida como configural, com foco na análise das interrelações entre as categorias. A amostra contou com pesquisas realizadas em 150 empresas brasileiras de porte médio e grande que buscam se destacar pelo seu ambiente de trabalho. Realizou-se análise fatorial exploratória e análise hierárquica de cluster para identificar perfis de configuração de clima (elevação, variabilidade e forma), a fim de relacionar os fatores e as configurações com rotatividade de pessoal. Os resultados mostraram que abordar clima como um sistema, considerando as interações entre suas várias dimensões que compõem uma dada configuração, releva nuances interessantes que de outro modo ficariam encobertas. A abordagem configural apresenta uma relação mais complexa e multifacetada de clima com turnover: a forma configural foi a única que não mostrou-se relevante para turnover; para elevação, houve efeito negativo no turnover, evidenciando que a avaliação global positiva que os funcionários fazem do ambiente de trabalho contribui para diminuir rotatividade nas empresas; por fim, os resultados mostraram um efeito moderador importante da variabilidade na relação entre elevação e turnover.Working Paper Velocidade da moeda e ciclos econômicos no Brasil, 1900-2016.(2016) Vieira, Heleno Piazentini; Pereira, Pedro Luiz VallsO objetivo deste trabalho é identificar e descrever o comportamento da velocidade da moeda no Brasil de 1900 até 2016 dentro dos ciclos de negócios. Este trabalho constrói uma série trimestral para a velocidade da moeda neste período. O trabalho estuda esse comportamento nas perspectivas de longo e de curto prazos e tem como referência uma cronologia de datação cíclica. Além de identificar as tendências dessa variável ao longo do tempo, o trabalho levanta alguns possíveis fatores explicativos para tal comportamento, os quais exigem investigação futura. O principal resultado foi que a relação direta entre velocidade e ciclo econômico pode ser observada no caso brasileiro de 1929 até 1945. Nos anos anteriores a velocidade subiu nas expansões datadas, mas esta relação direta não é estável nos períodos recessivos. No período histórico posterior nem mesmo essa relação direta com os cenários de expansão se verifica. O papel da inflação parece ser central na explicação do comportamento da velocidade brasileiro no período pós-guerras.
