Graduação em Economia

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    Trabalho de Conclusão de Curso
    A suficiência sob o olhar do outro: uma crítica ao igualitarismo como fundamento moral da justiça
    (2025) Angulo, Ricardo Zalcberg
    Este trabalho analisa o suficientarismo como alternativa ao igualitarismo na resolução do problema moral da desigualdade, investigando se a justiça distributiva deve priorizar a suficiência em vez da igualdade absoluta. O objetivo é demonstrar que a desigualdade, por si só, não constitui um problema moral fundamental, desde que todos possuam recursos suficientes para uma vida digna. A relevância do estudo decorre da necessidade de fundamentar políticas públicas que conciliem justiça social e eficiência econômica. Metodologicamente, a pesquisa adota uma abordagem teórica e normativa, embasada nas concepções de Frankfurt, Mankiw, Rawls, Schoeck e outros autores, analisando modelos de justiça distributiva e seus impactos institucionais. Os resultados indicam que a justiça social deve assegurar um patamar mínimo de bem-estar sem comprometer incentivos à inovação e ao crescimento econômico. Para isso, propõe-se uma estrutura que combine garantias básicas com proteção a casos de vulnerabilidade persistente. Por fim, o trabalho reconhece que o ideal da suficiência enfrenta limites práticos diante das dinâmicas sociais de comparação e prestígio, sendo vulnerável ao juízo alheio e à inveja. Conclui-se, portanto, que o suficientarismo é uma alternativa viável ao igualitarismo, desde que acompanhado de instituições capazes de administrar as pressões emocionais que desafiam a estabilidade da justiça percebida.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    A escolha dos indivíduos sob o véu da ignorância no cenário contemporâneo
    (2024) Alfaix, José Thomaz de Castro
    O presente artigo procura analisar a escolha dos agentes sob o véu da ignorância, desenvolvendo uma solução alternativa ao princípio da diferença, de John Rawls. Sob a ideia de escolha em movimento, na posição original, argumenta-se que a escolha feita pelos agentes é sensível a uma avaliação de contexto econômico e social. Nosso argumento dirá que a evolução histórica registrada no mais de meio século que separa a formulação origina da teoria da justiça, feita por Rawls nos anos 60, conduz a uma reavaliação dos modelos de escolha, em especial quanto à “disposição para a tomada de risco”, por parte dos agentes, na situação de escolha, sob o véu da ignorância. Utilizando de análise empírica, busca- se, através da comparação entre variáveis socioeconômicas, o fundamento necessário para argumentar que os agentes, em um contexto que reduz a aversão a risco, tenderiam a rejeitar o Príncipio da Diferença em favor de uma concepção alternativa de justiça.