Graduação em Economia

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    Trabalho de Conclusão de Curso
    A Magic Formula do Joel Greenblatt: Aplicação no mercado financeiro brasileiro
    (2025) Ribeiro, João Victor Vitti
    Este trabalho investiga a aplicação da estratégia de investimentos conhecida como Magic Formula, desenvolvida por Joel Greenblatt, no principal mercados acionário da América Latina, o Brasil. Fundamentada na filosofia do Value Investing, a fórmula consiste em ranquear empresas com base em dois indicadores, Return on Capital (rentabilidade) e Earnings Yield (desconto), visando identificar ações subvalorizadas com alto potencial de valorização. A pesquisa tem como objetivo principal verificar se essa abordagem, amplamente testada em mercados desenvolvidos, apresenta desempenho superior aos índices de referência desse país emergente, onde a eficiência informacional é questionável, sem incorrer em maior risco, evidenciado por métricas como o Índice de Sharpe. O estudo contribui para o debate sobre a validade do Value Investing, com a Magic Formula sendo uma representação quantitativa dessa filosofia, em economias emergentes.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    O impacto do COVID-19 na Estrutura de Capital das empresas brasileiras listadas na bolsa de valores
    (2025) Previato, Lucas Muniz
    Este estudo analisa o impacto da pandemia de COVID-19 na estrutura de capital das empresas brasileiras listadas na B3. O trabalho investiga como o choque exógeno da pandemia alterou os padrões de endividamento corporativo, medido pela razão Passivo Total/Ativo Total, e as relações entre os determinantes tradicionais da estrutura de capital. Utilizando as teorias Trade-off e Pecking Order como fundamentação teórica, foi desenvolvido um modelo que examina como a pandemia do COVID-19 afetou as decisões de financiamento corporativo. A metodologia emprega modelos de dados em painel com efeitos fixos, controlando por características não observadas das empresas e efeitos temporais comuns. A amostra compreende 68 empresas não-financeiras listadas na B3 entre janeiro de 2018 e dezembro de 2024, totalizando 1.762 observações empresa-trimestre. Os resultados indicam que a pandemia causou um aumento estatisticamente significativo de 2,64 pontos percentuais no endividamento médio das empresas, representando um crescimento de 4,3% em relação ao nível pré-pandemia. O modelo apresenta alto poder explicativo (R² ajustado = 0,8279) e confirma as relações teóricas esperadas: empresas maiores e com maior tangibilidade de ativos apresentam maior endividamento, enquanto empresas mais rentáveis e com maior liquidez apresentam menor alavancagem. A análise setorial revela heterogeneidade nos impactos, com setores de tecnologia e bens de consumo não-cíclicos apresentando os maiores aumentos.