Graduação em Economia

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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Inovação, cidades inteligentes e felicidade subjetiva no contexto urbano brasileiro: um estudo através do enquadramento teórico de Aghion et al (2016)
    (2025) Batistela, Luís Gustavo Pereira
    Compreender os determinantes da felicidade e da qualidade de vida é uma tarefa fundamental para a tomada de decisão no ambiente urbano. As cidades, local da prática da vida são desafiadas cada vez mais a interagir com a tecnologia e buscar soluções para atender as necessidades da população. Este trabalho investiga como a inovação e competitividade, sintetizada pelo conceito de destruição criativa se relaciona com a qualidade de vida em cidades brasileiras, especialmente naquelas classificadas como inteligentes. A metodologia seguirá a proposta desenvolvida por Aghion (2016). Duas grupos de hipóteses foram testadas: primeiro, se assim como no caso americano, os dados corroboram a relação positiva entre destruição criativa e bem-estar; segundo, se as cidades inteligentes se sobressaem nesse aspecto. A primeira hipótese foi decomposta em três predições, seguindo alusão ao artigo de Aghion (2016) e obtivemos uma corroboração parcial de seus resultados. Os resultados da segunda hipótese também foram mistos com as cidades inteligentes tendo um efeito positivo na felicidade subjetiva, porém sem uma capacidade de potencializar os efeitos da destruição criativa.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Uber e a ira dos taxistas, como explicar os protestos contra o aplicativo
    (2016) Nishimoto Junior, Noboro
    A entrada da Uber causou forte reação nos taxistas, até então, os únicos a oferecer o serviço de transporte individual. Vários protestos e ataques a motoristas do aplicativo ocorreram desde então. Este trabalho investiga as causas que levam os taxistas oferecer tamanha resistência contra os serviços da Uber, levando a mensurar o valor do alvarás de taxi no Brasil, comercializado ilegalmente, e mostra como estes poderiam perder valor com a consolidação da Uber. Dessa forma, cidades onde a licença possuísse maior valor, seriam mais impactadas. Com isso, a resistência seria maior. A partir da utilização de correlações, observou-se forte relação entre o número de protestos e o valor dos ativos destruídos.